sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Essa moda não pega no Brasil

Confesso que não sou muito adepto à política Welfare State da Suécia, mas, tenho que admitir que, o tratamento que os políticos suecos dão aos seus cidadãos, que pagam seus salários, é exemplar e, certamente, essa moda não pegaria no Brasil.

Deputado Federal na Suécia tem que se virar sem empregada doméstica e, sem motorista particular; Morar em apartamentos funcionais de 18 m² a 40 m² ( Nos anos 90 nem apartamento eles tinham; o parlamentar dormia no gabinete); lavanderia e cozinha são comunitárias; e, para terminar, eles não têm direito a ter secretárias e/ou assessores particulares em seus gabinetes com o dinheiro público. Resumindo: POLÍTICO NA SUÉCIA NÃO TEM PRIVILÉGIOS!

Na Suécia, um cidadão entra na política para servir aos interesses da população que o elegeu. Já no Brasil, parece que o cidadão entra na política para servir a seus próprios interesses. Basta só ver o número de auxílios “não sei o quê” que inventam a todo o momento para aumentar os privilégios dos parlamentares brasileiros.

Veja o vídeo abaixo e, vocês entenderão o que é ser parlamentar na Suécia. Essa moda, definitivamente, não vai pegar no Brasil:



quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Carnaval da Petralhada Vagabunda

Já que estamos nos aproximando do carnaval, nada mais justo do que homenagear a Petralhada Vagabunda com uma paródia da introdução da música “Peguei um ITA no norte” do Salgueiro. Com certeza, o samba mais cantado e mais famoso da história do carnaval carioca. Eis a Letra da paródia que, deveria ser o mantra da População brasileira:

Passou um arrastão , com um bando de Petralhas.

Roubaram o meu dinheiro, cartão de crédito, meu relógio e identidade. Passou ..

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Ele tem suas razões...




O Prefeito de Manaus, Amazonino Mendes, se envolveu em uma polêmica quando teve uma discussão com uma moradora de invasão, anteontem, segunda-feira.

Nesse final de semana um barraco desabou com três vítimas, sendo duas crianças e uma mulher na comunidade de Santa Marta em Manaus. Amazonino Mendes foi visitar a comunidade e, aproveitou para criticar as instalações em áreas de risco. Uma das moradoras interrompeu o prefeito de Manaus dizendo que não tinha onde morar. Foi então que Amazonino Mendes disse: “Minha filha, então morra!”. Continuando a discussão, o prefeito perguntou de onde a moradora veio, e ela respondeu ser paraense. Com a resposta dada pela moça, mais uma frase polêmica do prefeito: “então, tá explicado”.

É certo que, o Amazonino Mendes foi infeliz em suas declarações. Mas, ele tem suas razões sim! Muitas pessoas vindas de outros estados, sem nenhuma perspectiva de vida, se instalam em áreas de perigo nas grandes capitais do Brasil, e, na região Norte, Manaus é uma das cidades mais visadas pelos “imigrantes”. Na primeira tragédia que acontece, a culpa do é das autoridades, não mesmo? E outra, quando a comunidade já está consolidada naquele local, a primeira coisa que a população faz – pedindo asfalto, saneamento básico, luz, água e etc.. - é queimar pneus para chamar atenção dos órgãos públicos, ou estou enganado? Essas pessoas, que vem de outros locais, constroem suas casas em lugares antes inabitados e, depois, como verdadeiras “vítimas” do sistema, pedem providências como se fossem moradores legais. E ELES NÃO SÃO!

Ah Mac! , mas ela tem direito de ficar onde ela quiser. Claro que sim! Concordo. Mas, em que condições? Ir para Manaus - ou para qualquer outra capital brasileira - sem informação, sem perspectiva, sem lenço e sem documento, e o pior de tudo, sem saber o que fazer, é sim, digno de crítica. Muitas capitais brasileiras estão sendo cercadas por invasões desordenadas, como é o caso de Manaus e, até mesmo de Belém. E, um dos motivos do aumento da violência é justamente o aumento desordenado dessas invasões.

No afã de querer uma vida melhor, essas pessoas saem de seus locais de origens para viver nas cidades grandes. Muitas das vezes ignorantes e, sem instrução, eles percebem que a realidade de morar em uma cidade grande é muito diferente. E, o sonho acaba virando pesadelo.

O Prefeito Amazonino Mendes foi muito grosseiro com a moradora de invasão, isso sem dúvida! Ele poderia, com mais calma, explicar à moradora o porquê de sair de áreas em situação de risco. Isso prejudica até na reputação do prefeito que, não tem nem como controlar o aumento dessas moradias ilegais. E, caso retirasse os invasores desses locais, certamente ele seria malvisto pelos politicamente corretos, não é verdade?

Essa é a minha opinião. Não concorda com ela? Escreva nos "comentários" com educação se possível. Abraços!