quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Enfim..Um Feliz 2010 !


Muita Paz e Felicidade aos leitores do Blog "Cigarettes, Alcohol and football" . E que o PT seja exterminado  nas eleições de 2010, para o bem do Brasil.

Aproveito a ocasião para mandar um Feliz 2010 para o povo hondurenho que chutou os traseiros sujos dos comunistas. Bolivarianismo não é Bem-Vindo na democrática Honduras.

Uma boa sorte para os americanos no ano de 2010 que, deverão ter muita paciência com mais um ano de discursos politicamente corretos e falsos de Barack Hussein.

Espero que José Serra tenha um excelente desempenho nas eleições de 2010 e, que o Brasil volte a ser governado pelo PSDB. É bom começar o ano de 2011 sem demagogia.




Espero também que, o meu Glorioso tenha uma equipe mais forte para 2010. Até agora a diretoria do Botafogo não anunciou nenhum nome de peso como prometido. Só dois novos reforços de segunda divisão estadual foram anunciados. É , pois é, muita sorte para o meu Glorioso em 2010.

Enfim, UM FELIZ 2010 PESSOAL !
 

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Ele quer cinemas para o seu filmeco

Por Klauber Cristofen Pires




Na edição do dia 26 de dezembro, o Jornal Nacional lança ao ar uma matéria assim intitulada: "Pesquisa revela que Brasil vive um apagão cultural" . A reportagem declara que uma pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - um órgão ligado à Presidência da República - descobriu que "de cada 100 municípios, 98 não têm sala pública de cinema, nem centros culturais, e 83 não possuem salas de espetáculos ou teatros que pertençam ao município".

Preste atenção, caro leitor: a tomada não expõe que literalmente faltem cinemas na maioria das cidades; o que declara é que a maioria delas não possui tais facilidades "PÚBLICAS"! A certa altura da reportagem, Márcio Porchmann, presidente da instituição que produziu a informação, declara: "A presença do estado é muito reduzida e precisaria avançar do ponto de vista do país se transformar em uma grande nação onde o conhecimento e a cultura se transformam no principal ativo na sociedade do conhecimento". 


Da forma como foi apresentada a notícia, não é possível afirmar em quantas cidades não existam iniciativas privadas ligadas à cultura (ou será mais adequado usar o termo "entretenimento"?), tais como cinemas, teatros e centros de exposições. Creio mesmo que não sejam poucas, embora certamente representem percentuais um pouco mais favoráveis do que o indicado. Considere-se adicionalmente que, depois da Constituição de 1988, houve um verdadeiro trem da alegria de criação de municípios, de tal forma que hoje há alguns cuja população não ultrapassa a quantidade de moradores em um condomínio. Colocadas todas as cartas na mesa, a relação entre as pessoas que têm um acesso relativamente próximo a um cinema ou teatro em relação às que sofrem a privação destes serviços é bem menos disparatada do que parece.

Oportunamente, esta lacuna apontada nos proporciona a chance de refletirmos um pouco sobre os serviços públicos. Os seus defensores frequentemente afirmam que uma das razões principais para a necessidade de haver tal cobertura por parte do poder público é a de que tais serviços não seriam oferecidos onde a iniciativa privada não vislumbrasse a chance de ter lucro. No caso acima temos a confirmação deste argumento, que não é falso. O que é falso é o que não é dito, isto é, que estes serviços necessariamente devam ser prestados! Em outras palavras, deve haver alguma razão pela qual os empresários ligados a esta área terem decidido fazer poucos investimentos fora dos grandes centros: público pequeno, ou de limitado poder aquisitivo, ou simplesmente desinteressado.


Claro, da mesma forma, devemos colocar nesta conta as dificuldades postas pelo próprio estado: impostos; cotas para exibição de filmes que ninguém quer assistir; entradas francas ou reduzidas para estudantes, idosos e assim por diante. Estas dificuldades hoje parecem ser tantas que podem explicar o fato de que mesmo nas localidades onde há cinemas e teatros estes se vêem frequentemente com dificuldades de lotar seus recintos.

 Opa, não nos esqueçamos também da pirataria: hoje as cópias dos lançamentos - títulos que são filmados de dentro das salas - são vendidas livremente nas esquinas, revelando uma flagrante negligência do estado que deveria lembrar-se disto antes de se meter a empresário do setor.

Ademais, em cidades do interior, há formas de entretenimento e eventos culturais que em geral os habitantes das cidades grandes não têm acesso: banhos de rio ou de mar, cachoeiras, pescarias, cavalgadas, feiras agrícolas ou torneios de peões, piqueniques em fazendas ou churrascos com animadas partidas de futebol são alguns exemplos. Que forma de ação da social-democracia - o sistema de socialismo fundado na igualdade de oportunidades, segundo Hoppe, poderia suprir este problema? Construir uma cachoeira artificial na praça da Sé, no centro de São Paulo? Isto já foi feito no Japão... pela iniciativa privada, claro.

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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Uma Mensagem de Natal


Senhor Jesus! Diante do Natal,
que te lembra a glória na manjedoura,
nós te agradecemos:
a música da oração;
o regozijo da fé;
a mensagem de amor;
a alegria do lar;
O apelo a fraternidade;
o júbilo da esperança;
a bênção do trabalho;
a confiança no bem;
o tesouro da tua paz;
a palavra da Boa Nova;
e a confiança no futuro!...

Entretanto, oh! Divino Mestre,
de corações voltados para o teu coração,
nós te suplicamos algo mais! ...
Concede-nos, Senhor,
o dom inefável da humildade para que tenhamos
a precisa coragem de seguir-te os exemplos!

Livro: “Luz do Coração"
Francisco Cândido Xavier
Edição CLARIM

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Propaganda Marxista no SPORTV

Se alguém pretende ver o programa "SporTV Brasileirão, o mundo e a bola ", é melhor ignorá-lo, é propaganda Marxista do começo ao fim, com informações patéticas sobre os acontecimentos dos anos 70.

Bom, quando eles anunciaram que o programa iria abordar todas as ditaduras da América Latina, logo pensei que, eles iriam comentar as ditaduras militares e comunistas. Que nada! Eles ignoraram as ditaduras comunistas e criticaram somenta as ditaduras militares. Que lindo não? Eram mostradas imagens de Alende e Fidel Castro ao mesmo tempo em que o reporter narrava os anos de "chumbo" no continente americano, referindo-se às ditaduras de "direita". Exaltaram a "derrota" Americana no Vietnã e, para piorar, eles enalteceram  o discurso do aperário Lula nos anos 70.





Só para lembrar: A ditadura cubana matou mais do que todas as ditaduras militares juntas e,  continua matando sem o menor pudor. E , que eu saiba, até agora não houve nenhuma movimentação por parte do governo cubano para a transição democrática e eleições livres não é? Eu repudio todas as ditaduras militares, mas pelo menos, houve transição democrática em todos os países vítimas dos militares. 

Não percam seus preciosos tempos com essa porcaria, é melhor trocar de canal!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

PSDB mais unido do que nunca


Parabéns ao Aécio pela decisão corajosa que tomou hoje em desistir da candidatura à presidência. Evitou, então,um possível "racha" no PSDB.

Leia a Nota de José Serra após o Anúncio de desistência de Aécio Neves à presidência da República. O PSDB está mais unido do que nunca.

Eis a Nota de Serra:

“O governador Aécio Neves tem todas as condições para ser o candidato do nosso partido a presidente, por seu preparo, sua experiência política, sua visão de Brasil e seu desempenho como governador eleito e reeleito de Minas Gerais. É um homem que soma e que, ao mesmo tempo, sabe conduzir com firmeza as políticas públicas. Não é por menos que seu governo é tão bem avaliado e que a imensa maioria dos mineiros o considera credenciado para ocupar a função mais alta da República”.

“Não me surpreendem a grandeza e desprendimento que ele demonstra neste momento. Os termos em que ele se manifestou confirmam a afinidade de valores e as preocupações que inspiram nossa caminhada política. Faço minhas suas palavras:

“ ‘Defendemos um projeto nacional mais amplo, generoso e democrático o suficiente para abrigar diferentes correntes do pensamento nacional. E, assim, oferecer ao país uma proposta reformadora e transformadora da realidade que, inclusive, supere e ultrapasse o antagonismo entre o 'nós e eles', que tanto atraso tem legado ao País’.”
 
“Não somos semeadores da discórdia e do ressentimento. Nem estimuladores de disputas de brasileiros contra brasileiros, de classes contra classes, de moradores de uma região contra moradores de outra região. Trabalhamos, ambos, sempre, pela soma, não pela divisão. Somos brasileiros que apostam na construção e não no conflito”.
 
“Quero reafirmar o sentimento expresso pelo presidente do PSDB, senador Sergio Guerra, no sentido da união e da convergência que nos move, de valores e ideais”.
 
“Temos o sonho de um País melhor, unido e progressista, com oportunidades iguais para todos. E é nesse sentido que vamos continuar trabalhando. Juntos”.
 
José Serra
 
Blog do Fernando Rodrigues: http://uolpolitica.blog.uol.com.br/

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

UnoAmérica denuncia fraude eleitoral na Bolívia

Por Alejandro Peña Esclusa

Mídia Sem Máscara


Bogotá, 8 de dezembro - A União de Organizações Democráticas da América, UnoAmérica, denunciou hoje que na Bolívia ocorreu uma massiva fraude eleitoral, cujo propósito é legitimar nesse país um modelo totalitário, planejado em Cuba e financiado pela Venezuela.


Já em 6 de novembro, UnoAmérica havia assinalado as inconstâncias no padrão eleitoral e a feroz perseguição à oposição (UnoAmérica: as eleições bolivianas estão viciadas), o qual invalidava de antemão as eleições. Entretanto, antes e durante a jornada eleitoral do domingo passado, nossos temores foram reconfirmados, encontrando as seguintes irregularidades:

1. Uma intensa perseguição contra o principal candidato opositor, Manfred Reyes Villa, induzida desde o governo;

2. Impedimento de o principal candidato a Vice-Presidente, Leopoldo Fernández, que se encontra encarcerado desde há mais de um ano sem julgamento e sem condenação, de fazer campanha;

3. Violação sistemática do marco normativo eleitoral por parte da administração de Evo Morales;

4. Violência política exercida pelos grupos de choque do partido oficial;

5. Violações ao voto secreto sob a figura de "voto comunitário";

6. Financiamento pouco transparente da campanha oficial;

7. Crescimento suspeito do padrão eleitoral, que em várias localidades ultrapassou 300% de inscritos;

8. Participação na elaboração do novo padrão de uma empresa venezuelana acusada de colaborar na fraude de Hugo Chávez;

9. Denúncias de notários eleitorais sobre 175 máquinas de registro biométrico carregadas com 3.000 inscritos adicionais, cada uma por técnicos da Corte Nacional Eleitoral (CNE);

10. Pressões do governo à CNE, como ameaças de julgamento e de investigação por parte da Controladoria, com a finalidade de manipular esse organismo;

11. Habilitação irregular de ao redor de 100.000 inscritos observados, em razão das pressões do governo sobre a CNE;

12. A CNE não entregou o padrão com impressões digitais e fotografias aos partidos políticos;

13. Em várias mesas de votação constatou-se a existência de papeletas sem fotografias dos candidatos opositores;

14. Em vários pontos do país, o partido do governo transportou votantes em caminhões e outros veículos no dia do sufrágio, contrariando as disposições legais.

Estas irregularidades e delitos eleitorais põem em dúvida não só a validade dos resultados, senão os supostos 63 por cento de respaldo popular a Evo Morales, cifra que está sendo manipulada pelo oficialismo para justificar mudanças drásticas e permanentes no sistema político boliviano.

UnoAmérica faz um chamado às missões de observadores eleitorais ainda presentes na Bolívia, para cumprir seu trabalho com responsabilidade e a não se tornar cúmplices da fraude, recolhendo em seus respectivos informes as denúncias sobre as evidente irregularidades existentes nas eleições. Ademais, faz um chamado às lideranças democráticas da América Latina para rechaçar o modelo totalitário que Evo Morales pretende implantar na Bolívia, com o apoio de seus aliados do Foro de São Paulo.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Tavaszi Szél - Ensaio

Freddie Mercury e Brian May ensaiando a música "Tavaszi Szel" para dedicá-lo ao público hungaro. A canção foi tocada para milhares de hungaros presentes no histórico show de Budapeste em 1986. Foi apoteótico! Vale a pena ver.

Parte 1



Parte 2




Tavaszi szél vizet áraszt,


virágom, virágom.

Minden madár társat választ,

virágom, virágom.

Hát én immár kit válasszak,

virágom, virágom

Te engemet s én tégedet,

virágom, virágom.

Zöld pántlika, könnyű gúnya,

virágom, virágom.

Mert azt a szél könnyen fújja,

virágom, virágom.

De a fátyol nehéz ruha,

virágom, virágom.

Mert azt a bú hajtogatja

virágom, virágom.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Indignação seletiva dos Petralhas

Onde a bandidagem vermelha estava quando estourou o escândalo do mensalão do PT em 2005? É justo o protesto a favor do impeachment de José Arruda, agora, o que me deixa mais irritado é essa indignação seletiva da petralhada que, pede a saída imediata do atual governador do DF ao mesmo tempo em que faz festa para os mensaleiros do Partido dos Trabalhadores. Hoje, o Reinaldo Azevedo, foi muito feliz no seu texto sobre a indignação seletiva dos petistas.

E tem mais uma coisa! Eles têm a cara de pau de fazer manifestações contra a “mídia golpista” quando algum petralha vagabundo é pego em algum escândalo de corrupção. O que eles querem mesmo é que a mídia esconda todos os crimes desses bandidos bolchevistas. Mas, são tantos escândalos, que nem as tubulações “Tigre” dão conta de drenar o esgoto petista.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Curto e Grosso: transferências 2010

Elder Graja e Léo Gago no Vasco

O Zagueiro André Luis pode ser o novo jogador do São Paulo

E parece que o Silas já acertou com o Grêmio para ser o treinador ano que vem.

Dorival Júnior deve ser mesmo o novo treinador do Santos. E o Fossati, Treinador da LDU, está na mira do Internacional.


Roberto Carlos, Tcheco e o ex-são-paulino Danilo estão a um passo do Corinthians. Iarley já é jogador do Timão, e vai compor o ataque com Ronaldo e Jorge Henrique.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Los indomables catrachos!


Por Heitor De Paola

Nosso Continente encontra-se quase totalmente dominado pelos exércitos ideológicos do Foro de São Paulo. Moluscus Maximus, Hugus Xávicus, Evus Moralius e suas cortes espalham-se pela Iberoamérica como donos incontestáveis, inspirados em Marcus Aurelius Gárcius. Nada lhes resiste. Nada? Bem, lá pelos lados do Istmus existe uma aldeia onde um povo indômito, os catrachos [*], possui uma poção mágica que lhes torna invencíveis. Não é um líquido preparado num caldeirão, mas uma poção de idéias e princípios morais, éticos e jurídicos inventados ao longo dos séculos por poderosos Druidas do pensamento político: o rule of Law, o império das leis. É exatamente esta poção mágica que as hostes do Foro desejam tomar, modificar tornando-a inócua ou, se não for possível, destruir. A resistência dos catrachos se deve a homens que acreditam nesses checks and balances que torna a democracia possível. É um belo presente de aniversário a Astérix, que completou 50 anos em 22 de outubro.

Além de ser um dos países mais pobres das Américas, a história política de Honduras é conturbada. Dela saiu o epíteto 'república das bananas' em função da dominação da American Fruit Company. Na tentativa de encontrar uma política estável promulgou nada menos que 14 Constituições até chegar à atual, a qual, no dizer de Oscar Árias 'é a pior em toda a face da Terra'. É claro que é a pior para um demagogo como Árias e outros notáveis que não querem respeitar a poção mágica que salva Honduras da repetição de ditaduras e do caudilhismo de outrora. Aristóteles já prevenia: '(há uma espécie de democracia) na qual as massas são soberanas, e não a lei, isto ocorre quando os decretos da assembléia popular se sobrepõem às leis. Tal situação é provocada pelos demagogos em cidades governadas democraticamente (...), pois nelas o povo se torna numa espécie de monarca múltiplo, numa unidade composta de muitos, já que os muitos são soberanos não como indivíduos, mas coletivamente. (...) Um povo assim, transformado praticamente num monarca, procura exercer um governo monárquico, impedindo que a lei governe, e se torna despótico, dando ensejo a que os aduladores passem a ser estimados. Eles (devendo) sua ascendência ao fato do povo ser soberano são, por sua vez, soberanos sobre a opinião do povo, já que as massas acreditam neles'. (Política)

Por esta razão os Constituintes optaram por colocar como fórmula pétrea a não-reeleição presidencial e a considerar qualquer tentativa de mudar esta cláusula motivo de deposição do governante do poder. Zelaya pretendia exatamente 'exercer sua soberania (de demagogo adulador) sobre a opinião do povo', convocando uma constituinte para promulgar 'um decreto da assembléia popular que se sobreponha à lei'. Foi deposto legalmente e por isto os valentes catrachos despertaram a ira dos aduladores do Foro de São Paulo, do Obaminável, da União Européia e de todos os que, para atingirem seus desígnios totalitários, precisam uma democracia como a descrita acima por Aristóteles.

Durante cinco longos meses os catrachos resistiram inspirados na sua poção mágica e já obtiveram uma importante vitória: a eleição contou com ampla maioria de eleitores que compareceram às urnas, um novo Presidente foi eleito com votação incontestável assim como um novo Congresso e Prefeitos de todas as cidades do País. Todos juraram continuar bebendo da fonte da poção mágica.

O Congresso Nacional, também inspirado na mesma poção, provavelmente resolverá seguir a lei e reafirmar a decisão de 28 de junho (N. do E: como de fato o fez.). Oxalá o exemplo se espraie pelo Continente!


Nota:


[*] Orgulhoso apelido dos Hondurenhos, assim como cariocas, gaúchos, etc. O termo foi cunhado como elogio pelos nicaragüenses após a vitória do General hondurenho Florencio Xatruch sobre os piratas americanos comandados por William Walker que pretendiam restabelecer a escravidão. 'Los muchachos xatruches', virou catruches e finalmente catrachos.

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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

AC/DC em Sampa !



A famosa guitarra Gibson SG de Angus Young irá gritar logo mais no Estádio do Morumbi. A banda australiana AC/DC volta ao Brasil após 13 anos. E é por essa razão que os ingressos para a única apresentação da banda foram esgotados. Os fãs do grupo, na manhã de hoje, já estavam na entrada do estádio para garantir um lugar próximo ao palco mais quente do rock. É a paixão dos metaleiros brasileiros para com um dos grupos de Heavy Metal mais influente da história. O inferno, comandado pelos irmãos Young, terá presença de mais de 65 mil diabinhos enfurecidos. SALVE AC/DC!


Hondurenho, povo macho sim senhor!


Quando crescer, quero ser hondurenho! Nenhum representante bolivariano foi capaz de derrubar Honduras. ONU, OEA, Lula, Celso Amorim, Hugo Chávez, e Obama tiveram que ficar chupando manga. Micheletti deu uma boa lição ao resto do mundo de como desmoralizar a esquerda latino-americana através dos meios legais, chutando os traseiros sujos dos bolivarianos para bem longe. O Governo de Facto estava disposto a dialogar com Zelaya após o incidente na embaixada brasileira que fez aumentar a crise política em Honduras, mas o cowboy hondurenho continuava intransigente e desonesto, e, em inúmeras vezes, disse não querer diálogo para não retomar a negociação. Uma atitude destrambelhada de Zelaya que, fez com que os Estados Unidos mudassem de idéia e, começassem a apoiar as eleições presidenciais para o dia 29 de novembro. E claro, não poderia ser diferente, quando a esquerda se sente acuada, os atentados começam aparecer de uma hora para outra, mas que, felizmente, nada parece intimidar Michelletti que, continua na sua luta incessante contra os bolcheviques do século XXI.

A comunidade internacional não tem nem do que reclamar. Roberto Micheletti está cumprindo com a sua palavra de deixar o poder no fim do ano e garantir as eleições presidenciais. E Zelaya? E a Diplomacia Brasileira? Eles ainda tentam, da forma mais repugnante possível, adiar as eleições por 15 dias. Comportamento típico de terroristas comunistas. A cada dia que passa o discurso de Celso Amorim contra as eleições democráticas de Honduras se radicaliza, é o tom da derrota, o tom do desespero que toma conta da diplomacia bolivariana, que vê o projeto do Foro de São Paulo ir por água abaixo.

É por isso que eu digo: Hondurenho, povo macho sim senhor! Não é fácil lutar contra o resto do mundo mesmo quando está com a razão. As eleições serão realizadas no dia 29 de novembro, e nenhum chanceler fracassado irá intervir na democracia hondurenha. Ok Amorim?

terça-feira, 24 de novembro de 2009

O São-Paulino John Deacon


E ainda falando em Queen, encontro por acaso, essa foto do baixista John Deacon com a camisa do São Paulo.

Suponho que essa foto tenha sido tirada no primeiro show do Queen no Brasil, realizado no Estádio do Morumbi em março de 1981, quando a banda Britânica, no começo dos anos 80, resolveu ir à América do Sul.

É até interessante tocar nesse assunto. Em nenhum momento eu vi John Deacon com a camisa do São Paulo no vídeo do Show do Queen no Morumbi. Só para mostrar o quão aéreo eu sou hehe... Ao contrário do Oasis, Queen nunca teve ligação com o futebol. Uma imagem no mínimo curiosa.

Freddie Mercury - 18 anos sem o mito


 Hoje faz dezoito anos que o mundo perdeu Freddie Mercury. O ex-líder da banda Britânica Queen, se calou um dia depois de ter anunciado oficialmente que estava com AIDS, em 24 de Novembro de 1991.

 Dono da voz mais poderosa durante os anos 70/80, Freddie Mercury sempre foi conhecido pelo grande público por suas performances no palco, um verdadeiro showman, capaz de levantar multidões mundo afora em mega-concertos como Rock In Rio em 1985, Live Aid no mesmo ano, Wembley e Budapeste em 1986.

Luto eterno ao maior vocalista da história do rock.

R.I.P Freddie Mercury.


sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Irresponsabilidade de Tarso Genro

O Ministro da justiça, Tarso Genro, ultrapassa as fronteiras da cretinice, da sandice e da vigarice. O petralhismo é capaz de agredir uma nação historicamente amiga para defender Cesare Battisti, um assassino comunista sem escrúpulos. Comunistas assassinos viram mitos, como Prestes e o seu “Tribunal Vermelho”, que mandou sete pobres almas para debaixo da terra, inclusive a adolescente Elza, morta brutalmente pelo PCB. Para virar mito e, ter o aval para pegar em armas, é preciso matar em nome do comunismo, caso contrário, constará para sempre nos livros de história do Brasil, como sendo um facínora.

O ministro Tarso Genro, sem eufemismo, disse claramente em entrevista coletiva que o governo italiano é fascista. Isso demonstra o seu comportamento de advogado de porta de cadeia, um sujeito medíocre que, não perde o hábito de defender bandidos. Proteger um terrorista italiano, que em uma democracia consolidada, foi responsável por inúmeras mortes nos anos 70/80, é mais que “um tapa na cara” nas instituições democráticas na Itália, é um tiro na cara, com os mesmo requintes de crueldade em que um comunista executa seus inimigos.

Esse ministro irresponsável quer provocar um incidente internacional com o governo italiano a troco de nada! FORA TARSO GENRO!

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Apagões viraram rotina na Venezuela

Venezuela vive rotina de apagões elétricos

 Dcomércio.com.br

 
O caos que o Brasil viveu na terça-feira, quando as luzes se apagaram do Ceará ao Rio Grande do Sul, está próximo de virar uma triste rotina na Venezuela. Só nos últimos dois anos foram seis apagões nacionais. Em muitas regiões do país os cortes de luz são constantes e ocorrem a qualquer hora. Não escapam nem as zonas petrolíferas, carros-chefes da economia venezuelana.

"Nos últimos anos, (o presidente venezuelano Hugo) Chávez preferiu investir em projetos que lhe rendessem dividendos políticos rapidamente", disse ao Estado o economista Maikel Bello, da consultoria Ecoanalítica, de Caracas. "Os investimentos em infraestrutura, de longo prazo, não foram feitos enquanto a economia crescia a um ritmo que às vezes passava dos 10% ao ano por causa da alta do petróleo. O resultado é esse aí."
 
Há um ano, quando as luzes se apagaram em Caracas em plena hora do rush, Chávez chegou a enviar o Exército às ruas para manter a ordem enquanto milhares de pessoas voltavam a pé para casa. O apagar das luzes já não causa tanto espanto. Mas se a situação já estava complicada, piorou ainda mais nas últimas semanas por questões climáticas. A Venezuela vive uma das piores secas de sua história - e 70% de sua energia provem de usinas hidrelétricas.

ESCASSEZ DE ÁGUA
 
 Agora, também falta água. Em diversos bairros da capital as torneiras secam duas vezes por semanas, conforme estipulado em um calendário de racionamento. Algumas escolas fecham suas portas e postos de saúde reduzem o ritmo de atendimento quando chega a vez de suas vizinhanças.
 
Chávez admite que há problemas de gestão nas estatais e criou um ministério para cuidar do assunto. Mas para ele os principais culpados são os de sempre: "Os oligarcas, consumistas e antissocialistas." "Não estamos em tempos de Jacuzzi", disse, num discurso na TV. "Senão que tipo de comunismo é esse?"

No início do mês, Chávez ameaçou multar as empresas que desperdiçarem eletricidade e deu orientações para ajudar os venezuelanos a superar a crise energética: os shoppings centers, "antros do capitalismo", devem comprar geradores que provenham 100% de sua energia; os cidadãos venezuelanos devem deixar uma lanterna ao lado da cama para ir ao banheiro à noite; e os banhos devem durar, no máximo, três minutos.
 
"Eu contei: três minutos e não cheiro mal", assegurou o presidente. Um conhecido site humorístico lançou o manual do banho comunista: "De 1min10s ao 1min20s - penteado punk com xampu, um clássico que nunca morre." Mas muitos venezuelanos opinam que a piada só tem graça para quem não vive o dia a dia do país.
 
"Se o presidente Chávez quer viver no Palácio de Miraflores à luz de velas o problema é dele", diz Aixa Lopez, diretora do grupo Afetados Pelos Apagões, que tem promovido protestos para pedir uma solução para o problema. "O governo prometeu US$ 18 bilhões em infraestrutura em 2005 e nós queremos saber para onde foi esse dinheiro. Não dá para entender por que Chávez não construiu as termoelétricas que prometeu se ele emprestou US$ 80 milhões para projetos na área de energia na Bolívia."
 
A falta de água e luz é hoje a quarta preocupação dos venezuelanos, segundo o instituto Datanalisis (depois da violência, a inflação e o desemprego). Há alguns anos não era nem mencionada nas pesquisas. No total, 66% da população não aprova o modo como o governo está lidando com a questão e, de acordo com analistas, isso colaborou para a recente queda de 10% na popularidade de Chávez.
 
A oposição tenta canalizar esse descontentamento para as urnas - as eleições legislativas serão em 2010. Pelas suas contas, só neste ano houve mais de 100 apagões localizados, que teriam provocado uma queda de 10% na produção industrial venezuelana.

ESTATIZAÇÕES

Chávez completou a estatização do setor de energia em 2007, após lançar o "socialismo do século 21". Na época, ele nacionalizou a Eletricidade de Caracas, controlada pela americana AES Corporation, e algumas empresas do interior do país. Mas mesmo antes disso os investimentos privados no setor já vinham minguando porque o governo congelou as tarifas elétricas em 2003.
 
Segundo o economista venezuelano Maxim Ross, diretor de uma consultoria que leva o seu nome, em todos esses anos o único grande projeto que avançou foi o da bacia do Rio Caroní, onde fica a Hidrelétrica de Tocoma - projeto do qual participa a brasileira Odebrecht.

"O problema é que agora já estamos atrasados", diz o economista. "Mesmo que o governo faça os investimentos necessários em hidrelétricas e outras fontes de energia, ainda teremos uns bons meses de suprimento problemático até que se comece a ver os resultados."

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terça-feira, 17 de novembro de 2009

Submissão de Barack Hussein

O Barack Hussein é um tipo de presidente que não se restringe a ser somente representante dos Estados Unidos, ele faz aquele papelzinho ridículo de homem simpático, se curvando diante de seus inimigos, para que possamos acreditar no seu lindo gesto pacificador, no melhor estilo “ONU de ser”. Para muitas pessoas, isso pode parecer besteira, mas não é. O Barack Hussein ignora as tradições americanas e, se curva diante do Rei da Arábia Saudita, no encontro do G-20 em abril, e não satisfeito, novamente, ele quebra o protocolo e repete o mesmo gesto diante do Imperador Japonês. E com os símbolos nacionais, será que ele tem a mesma postura? Duvido muito! Ele quer aparecer para o mundo e não para os americanos. Ele está mais preocupado em satisfazer os velhinhos do parlamento norueguês, do que verdadeiramente ser visto como o presidente dos Estados Unidos.

Hussein é uma espécie de presidente que só vive jogando para galera, ele me lembra, e muito, o ex-presidente americano Jimmy Carter. Eu tenho a impressão que, Barack Hussein começa o dia pensando no que a opinião pública mundial quer que ele faça.

Ele se curva diante do Imperador Japonês, do Partido Chinês, de Fidel Castro, do Rei da Arábia Saudita, de Hugo Chávez, etc. Agora, eu queria saber se ele tem o mesmo comportamento com países aliados, como Israel, por exemplo. Os aliados de Barack Hussein são outros, e menos democráticos.

domingo, 15 de novembro de 2009

Nicolae Ceauşescu - O Rei do Comunismo

PARTE 1



PARTE 2




PARTE 3



PARTE 4



PARTE 5







sábado, 14 de novembro de 2009

O ALTALENA

Por Ralph J. Hofmann

OpiniãoLivre.com.br

Alguns dias atrás um amigo me mandou uma série de fotos de Tel-Aviv. Em certo momento aparece um monumento na praia celebrando o afundamento do Altalena, navio carregado de armas compradas pelo Irgun Zwai Leumi. Este era um movimento de orientação de extrema direita uma das várias facções que lutaram pela criação do Estado de Israel, movimento que cometera atentados como o que vitimara o Conde Bernadotte, em missão de mediador pela ONU, e mandara cartas bomba para políticos ingleses.


O Altalena chegava num mau momento, havia sido celebrada uma trégua com os países árabes, durante a qual se convencionara que nenhum lado traria novas armas para a região. É verdade que os árabes continuavam se armando e fazendo ataques, mas Ben Gurion o Primeiro Ministro interino do Estado não queria ferir ostensivam.


Além disso, estava-se num processo de fente os termos do acordoundir todos os diversos grupos armados, de diferentes lideranças que haviam resistido o ataque dos vizinhos árabes, num único organismo, a Força de Defesa de Israel. Extinguiam-se os pequenos exércitos com diferentes orientações políticas. A chegada de um navio, com milhares de armas, destinadas a uma só facção implicava em ter um país com dois ou mais exércitos. Isto considerando que quando da independência Israel já havia uma estrutura de governo pronta, que atuava há anos a despeito do Mandato Britânico.
 
Não houve outra opção. O Altalena foi afundado. Nas próximas semanas todas as facções de combatentes se fundiram numa única força de defesa, em pouco tempo houve eleições gerais, e neste sessenta anos tem havido eleições e alternância no poder, a despeito de todas as dificuldades ou guerras que o país enfrentou.


Talvez tenha sido um dos momentos mais grandiosos dos dois velhos leões inimigos, Menachem Begin, do Irgun Zwai Leumi e Ben Gurion, o Primeiro Ministro interino, ambos essencialmente líderes políticos, não militares. Ben Gurion pela coragem de afundar o navio. Menachen Begin por, mesmo desconfiando de Ben Gurion ter, após o desapontamento, ter engolido suas mágoas e operado dentro de um jogo democrático pelas próximas dezenas de anos.
 
Levanto este assunto para mais uma vez ponderar o que são os exércitos privados como o MST. Num país que se diz democrático, a idéia de exércitos que se deslocam pelo país, atacando a quem lhes aprouver, dirigindo-se à OEA como se fossem um país é chocante. Francamente, o governo, ao não colocar um freio nesta situação pode ser um governo de direito, mas aceita que uma facção incômoda se aposse dos direitos de pessoas que se dispõem a viver à sombra de uma constituição.


Devemos considerar que não se trata só dos movimentos de agressão aos fazendeiros e agricultores. A existência de pessoas portando armas de grosso calibre nas grandes cidades é uma outra manifestação do mesmo fenômeno.


Fica claro com isto, que temos organismos corroendo a possibilidade de uma normalidade democrática. Na realidade não somos uma democracia. O judiciário aplica a constituição quando quer. Os ditos Sem Terra invocam direitos extra-constituição, ministros de estado mandam alocar verbas aos exércitos particulares. As penas efetivamente aplicadas a criminosos de alta periculosidade são uma piada.
 
Os políticos pegos em flagrante cometendo peculato dão uma risadinha, contam uma mentira qualquer, piscam para o povo pela televisão como para mostrar que são espertos e sabem que o povo gosta disto.


Da democracia apenas ficou o fato de elegermos os que aí estão. Mas na cabeça dos eleitos nestes últimos anos não há nenhuma noção de que há um objetivo maior a ser cumprido. Uma obrigação assumida ao ser eleito. É mero joguinho com contas coloridas.


Por mais que pense, não consigo pensar em sequer um político recente que tenha enfrentado com garra algum dilema moral, tenha tido de sacrificar algo de si, pelo país, como foi o caso dos dois leões de Israel em 1948.


E isto numa nação de quase 200 milhões de habitantes.


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Campanha de apoio à greve de fome de Cesare Battisti

Acusado de quatro assassinatos, o italiano Cesare Battisti, que aguarda a decisão do STF para a sua possível extradição, decidiu fazer greve de fome para tocar os corações dos juristas brasileiros, evidentemente, com o acompanhamento ostensivo da equipe médica petista.

Eu apoio a atitude do italiano e, até me disponibilizo para ajudá-lo nessa empreitada. Convencê-lo de ir até as últimas conseqüências.

Peço a todo mundo que entre nessa campanha de apoio à greve de fome do Cesare Battisti, o Gandhi às avessas. Só um conselho ao nosso amigo italiano, para que não sofra muito. Não seria preferível tomar injeção letal? Conselho de Amigo!

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

O "paraíso" cercado por concreto e arame farpado

Por Bruno Pontes

Mídia Sem Máscara

A imagem de um alemão tentando atravessar o muro de Berlim define bem a natureza demoníaca do comunismo. Aquela travessia, no mais das vezes, significava prisão ou morte. E mesmo assim os alemães arriscavam. Eles corriam para o outro lado como quem corre do diabo.

Vi na GNT um documentário sobre aquele monumento à opressão. Os telespectadores conheceram, entre outros casos, o de um piloto da Alemanha comunista que fugiu pelo ar para a Alemanha capitalista. Ao pousar numa pista que ele encontrou mais ou menos de memória (ele não tinha mapas precisos do outro lado), os funcionários lhe perguntaram se o avião estava com problemas. Naturalmente aquele avião não era esperado ali. E o piloto respondeu: "Não, não há problemas. De fato, eu diria que os meus problemas acabaram agora".

Ainda não. O piloto deixara para trás a mulher e a filha achando que, uma vez no outro lado, conseguiria buscá-las de algum jeito. Por três anos as autoridades da Alemanha capitalista negociaram com os comunistas para que a família pudesse se reunir. Vejam bem: três anos. Imaginem o drama desse homem temendo represálias da Stasi contra a esposa e a filha. E então, depois de três anos de impasse e angústia, elas desembarcam numa estação de trem no lado capitalista e se unem ao marido/pai. A família era uma só novamente, numa terra livre.

Outro caso emocionante foi o de três irmãos que também fugiram do comunismo pelo ar, em monomotores fantasiados de aviões soviéticos: os irmãos colaram estrelas vermelhas na fuselagem. Eles contam, com a empolgação do feito heróico, que os guardas do muro olhavam para os aviões, apontavam e gesticulavam, sem saber se deviam atirar. Um dos irmãos fez graça: "Eles estavam nos encarando, mas o que podiam fazer? Nós éramos soviéticos". O mais fantástico é que os irmãos acoplaram uma câmera na asa do avião e filmaram a fuga, da decolagem nervosa ao pouso no gramado do Reichstag. Sensacional.

São histórias e imagens lindas que nos chegam de Berlim. São as histórias que terminaram bem. É preciso lembrar, contudo, que para cada final feliz há centenas, milhares de tragédias. Homens, mulheres, crianças, idosos, pais, filhos, amigos separados fisicamente pela maior desgraça sobre a face da Terra no século XX: o comunismo.

Endosso aqui as palavras do professor Sachsida. Todos os alunos, de todos os níveis, deveriam aproveitar os festejos e perguntar aos professores - sobretudo os de história e geografia - o que eles acham do muro de Berlim. Peçam aos professores uma opinião sobre o regime comunista, o regime que confina seus escravos num paraíso cercado por concreto e arame farpado. É uma questão simples, e só existem duas respostas: a favor da liberdade do indivíduo ou a favor do sacrifício do indivíduo no altar do Estado.

Título original: "O outro mundo possível cercado por concreto e arame farpado"

Bruno Pontes é jornalista - http://brunopontes.blogspot.com

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Pump: O melhor álbum do Aerosmith

Os fãs mais antigos do Aerosmith, sempre buscam, através de uma discussão sadia, saber qual o maior álbum do grupo, Toys In The Attic ou Rocks? E os mais jovens, como eu, discutem o embate entre Permanent Vacation e Pump, dois álbuns que foram importantes para a retomada do Aerosmith no cenário mundial. E para mim, o Pump é melhor que Permanent Vacation, e indo mais além, o Pump é o melhor álbum do grupo americano, e digo isso com a certeza de que muita gente vai concordar comigo.

Nesse ano, no mês de setembro, o Álbum Pump completou 10 anos de lançamento, e para não deixar de lado esse momento, decidi, então, dar a minha opinião sobre o melhor álbum do Aerosmith.

O Pump detonou todos os álbuns anteriores do Aerosmith. O hard-rock com uma pitada de Blues, sempre foi à característica principal do grupo americano, só que nesse disco, especificamente, os instrumentos dos mais inimagináveis sons, fizeram parte do projeto. “Young Lust”, a primeira música do álbum, faz aquecer as turbinar do bom e o velho rock and roll; “Monkey On My Back” carrega a influência do Blues no grupo; “The Other Side” é a mais agitada e alegre, e demonstra bem o verdadeiro espírito do Aerosmith após a retomada de ânimo no fim dos anos 80; e para acabar, “Janie’s Got a Gun” e “What It Takes”, duas poderosas baladas que alcançaram notoriedade nas estações de rádios de todo mundo.

O Pump foi um das maiores obras de arte que o Rock nos proporcionou, devido à experiência e o amadurecimento dos integrantes do Aerosmith. Parabéns aos 10 anos de lançamento do Álbum, ainda que tardio.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Laura Pausini - Strani Amori

Letras.mus.br

Mi dispiace devo andare via
Ma sapevo che era una bugia
Quanto tempo perso dietro a lui
Che promette e poi non cambia mai
Strani amori mettono nei guai
Ma, in realtà, siamo noi

E lo aspetti ad un telefono
Litigando che sia libero
con il cuore nello stomaco
Un gomitolo nell'angolo
Lì da sola, dentro un brivido
Ma perché lui non c'è



E sono strani amori che
Fanno crescere e sorridere
Fra le lacrime
Quante pagine lì da scrivere
Sogni e lividi da dividere
Sono amori che spesso a questa età
Si confondono dentro a quest'anima
Che si interroga senza decidere
Se è un amore che fa per noi

E quante notti perse a piangere
Rileggendo quelle lettere
Che non riesci più a buttare via
Dal labirinto della nostalgia
Grandi amori che finiscono
Ma perché restano nel cuore

Strani amori che vanno e vengono
Nei pensieri che lì nascondono
Storie vere che ci appartengono
Ma si lasciano come noi

Strani amori fragili
Prigionieri, liberi
Strani amori mettono nei guai
Ma, in realtà, siamo noi

Strani amori fragili
Prigionieri, liberi
Strani amori che non sanno vivere
E si perdono dentro noi

Mi dispiace devo andare via
Questa volta l'ho promesso a me
Perché ho voglia di un amore vero
Senza te


O dia em que conheci Max Martins

Quando eu era garoto, sempre tive vontade de conhecer o grande poeta Max Martins. A minha vontade de conhecê-lo, aumentava a cada momento em que eu lia as suas obras literárias, e meus pais tinham uma relação de amizade muito forte com Max Martins, inclusive, o meu pai fazia poesias, e os lia para que o grande mestre fizesse suas avaliações. Lembro-me que várias vezes, eu pedia aos meus pais, para que eu pudesse ter a oportunidade de vê-lo pessoalmente, sempre insistia, mas o sonho não se concretizava. Até que um dia, eles me levaram a casa do grande poeta. Foi Incrível! Um gênio inigualável e ao mesmo tempo muito humilde. Max Martins me levou ao o seu escritório onde fazia suas poesias e, escutava atentamente o que ele dizia, para mim, parecia um messias, algo inalcançável, acima do limite da sabedoria humana, estava diante de um dos maiores poetas do Brasil, é claro que não poderia jamais esquecer desse momento especial. O dia em que conheci Max Martins!

Aqui vai a minha homenagem ao maior poeta do Pará, e um dos maiores do Brasil. Simplesmente Max Martins.

Teu Poema

Sonha-me! que teu sonho: Tenho essa viagem
Que tua estrela crespa, Margaret, das axilas sopra
O herzoguiano ( au fond
                          des golfes bruns)
Se debatendo, bêbado
                        Nesta garganta
                                              Barco
Que arrasto e sirgo selva a dentro
                                             (águas
caídas, ecos
da palavra madura, esperma, água sombrada)
                                            e o meu poema indo
                                            ao léu das febres, ao

Que almejo em ti - a Outra Margem

Extraído do livro "Caminho de Marahu (1983)

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Resumo sobre o Apagão de ontem

Trevas


Agências - 10/11/2009

Um blecaute de proporções gigantescas atingiu ontem à noite várias regiões dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Pará, oeste de Santa Catarina, Bahia e Minas Gerais, afetando a vida de grandes cidades como São Paulo, Santo André e Belo Horizonte. No total, 800 municípios de todo o País foram atingidos. Segundo as informações preliminares fornecidas pela empresa de energia Cemig, o motivo do apagão foi um problema na usina de Itaipu, no Paraná. As máquinas de Itaipu pararam e linhas de transmissão de Furnas caíram.

Mais tarde, responsáveis pela operação da binacional confirmaram que o problema existia e estava localizado no sistema de transmissão de energia. De acordo com a assessoria de imprensa do Operador Nacional do Sistema (ONS), caíram 17 mil megawatts, equivalentes à carga de energia consumida pelo Estado de São Paulo. Parte do Paraguai (áreas alimentadas por Itaipu) também ficaram às escuras. Os sistemas alternativos de Itaipu não funcionaram e até as 23h30 não havia previsão de retorno da energia. O problema poderá durar até dois dias.

Transporte – O metrô paulistano e os trens da Companhia Paulista de Transporte Metropolitano (CPTM) pararam e uma imensa multidão deixou as estações a pé em busca de uma alternativa de transporte. Muitos passageiros estavam no interior das composições quando houve a queda de energia. Eles foram obrigados a deixar os vagões e seguir a pé até as saídas de emergência.


No Centro da Capital, uma das estações do metrô com maior movimento era a Sé. Numa espécie de comboio humano, multidões se deslocaram em direção principalmente ao Parque Dom Pedro II, importante terminal de ônibus da cidade.
 
Segurança – Tão logo deu-se o apagão, o comando da Polícia Militar de São Paulo convocou soldados que estavam de folga para reforçar o esquema de segurança. Ao mesmo tempo, emissoras paulistanas davam conta de assaltos na área central, como na região do Anhangabaú.
 
A todo momento, os motoristas eram alertados para ter atenção redobrada nos cruzamentos e, sobretudo, com a movimentação de pedestres.
 
Twitter – A rede social Twitter teve papel importante na comunicação entre os paulistanos. Muitos informavam que estavam presos em elevadores. Outros relatavam que sentiam medo de caminhar pelas ruas escuras. Grande número estava em restaurantes iluminados a luz de velas.
 

Os de imaginação mais fértil garantiam que o apagão era propaganda do filme 2012, que trata da profecia maia sobre o fim dos tempos.
 
Testemunhos – A professora de matemática Sonia Furtado, que mora no Grajaú, zona sul da capital, estava na rua quando as lâmpadas de iluminação piscaram várias vezes. "Depois, ficou tudo escuro e eu tive dificuldades para chegar em casa", disse.
 
O zelador Hélio Alves de Queiroz, que trabalha em um prédio no bairro da Saúde, teve de abrir e fechar o portão da garagem manualmente para que os moradores pudessem entrar. Os moradores do prédio, que tem 18 andares, tiveram de subir para os apartamentos de escada. "Temos que garantir a segurança dos condôminos", disse.
 

A economista Cristina Borges Guimarães, moradora do bairro do Butantã, zona oeste da capital, estava em casa quando houve o blecaute. "Parecia fantasma. Apagaram todas as luzes da rua, exceto as da minha casa, que ficaram piscando", afirmou.

Vizinho ao shopping Pátio Paulista, no Paraíso, o administrador Thomas Morgan testemunhou momentos de tensão. "O shopping suspendeu as entregas e bloqueou entradas, provocando protestos", disse. "O pessoal na rua gritava e carros buzinavam." Segundo Morgan, o hospital Oswaldo Cruz estava com as luzes acesas, garantidas pelo gerador de energia.


Rio – Moradores de vários bairros do Rio de Janeiro e de outras cidades do estado ficaram sem luz. A falta de energia também afetou os aeroportos Internacional Tom Jobim, na Ilha do Governador, subúrbio, e Santos Dumont, no Centro.
 
Segundo moradores, o fornecimento de energia elétrica foi interrompido, pelo menos, nas cidades de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí, na Região Metropolitana, em Duque de Caxias, Nova Iguaçu e São João de Meriti, na Baixada Fluminense, e em municípios da regiões Serrana e dos Lagos.
 
Na cidade do Rio, ainda de acordo com moradores, todas as regiões registraram falta de energia. Ruas e principais avenidas da capital fluminense estavam às escuras. Por causa da falta de luz, a circulação das linhas do metrô e trens do estado foi interrompida, segundo as concessionárias que administram os serviços. No Recife, havia falta luz na região central da cidade. Em Belo Horizonte, falta luz em cerca de 20% da cidade.
 
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O Governo brasileiro encontrou os culpados pelo apagão

Após o apagão da Dilma na noite de ontem, o governo brasileiro, com a ajuda de seus militantes “talibã” do PT, tentou encontrar explicações sobre o ocorrido. Os apagões teriam sido obra de crakers, da elite branca, das privatizações, dos 500 anos de dominação estrangeira, dos imperialistas ianques, e claro, não poderia faltar ele, o FHC.

O Lula teve uma reunião com o Ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, para tratar do apagão. E após a reunião, em entrevista coletiva, o ministro finalmente encontrou os principais culpados pelo blecaute que atingiu 18 estados brasileiros. Foram Bóreas, Zéfiro, Eurus, Nótus e São Pedro que causaram todo esse prejuízo, é óbvio que o governo brasileiro não tem nada a ver com isso. O Presidente Lula é responsável pelos bons momentos, os maus momentos devem ser atribuídos às outras pessoas, o sapo barbudo é intocável.

Acabou sobrando para os deuses gregos do vento e para o coitado do São Pedro, o guardião das chaves do céu, tudo isso para defender cafajestes que governam o Brasil.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Policial russo é demitido após denunciar seus superiores

Definitivamente, não é fácil viver honestamente em países de terceiro mundo, ainda mais, quando se trata de um país que continua com os resquícios de totalitarismo soviético. Na Rússia, através de um vídeo postado na internet endereçado ao primeiro ministro russo, um policial acusou seus oficiais de corrupção. O corajoso Alexei Dymovsky, disse ser vítima de maus tratos na corporação, trabalhado forçadamente nos fins de semana, e verificando crimes inexistentes.

As agências ITAR-TASS e RIA, afirmaram que iriam investigar o caso e repassar as informações ao governo russo. Em somente duas horas de investigação, as agencias decidiram expulsar o policial da corporação, com o argumento fajuto de que o policial foi demitido “por difamação e ações que mancham a honra”, típico em países comunistas.

Mesmo com o fim da União Soviética, em 1991, os burocratas soviéticos ainda estão vivos e espalhados em todas as esferas públicas do país. O povo russo nunca viu de perto uma democracia, desde o tempo do império, e a cultura da corrupção está mais do que enraizada no Kremlin de Moscovo. Essa pouca vergonha é a prova disso.



TAMBÉM APLAUDO O FIM DO MURO. MAS QUERO MAIS

Por Reinaldo Azevedo

A “Queda do Muro Berlim” é digna, sem dúvida, de todas as celebrações pelo que significou de correta e necessária revisão do passado, mas contribui um tanto, caso não se tome cuidado, para obscurecer o presente e criar uma névoa que nos impede de ver o futuro com mais clareza. Explico-me.

 A queda do muro e o fim da União Soviética jogaram luzes sobre o horror e, em boa medida, o surrealismo socialista. Tudo aquilo que a propaganda anticomunista mais vagabunda plantou sobre o socialismo real — e é, felizmente, o único tipo de socialismo que existe — era pura falta de imaginação! A realidade era muito pior. E a antiga Alemanha Oriental, onde o regime adquiriu o, digamos assim, rigor germânico, era a prova da inviabilidade do modelo. Afinal, convenham: quanto mais disciplinado for o socialismo, menos ele funciona, não é mesmo? Só para citar um exemplo ideológico-escatológico: escolas eram dotadas de latrinas coletivas, um imenso galpão, onde os estudantes, na hora certa, tinham de fazer cocô, todos aos mesmo tempo. Era a chamada digestão coletiva. O socialismo é assim: começa propondo a salvação da humanidade e termina numa grande… Bem, você sabem.

Os que ainda se dizem socialistas têm razão em dizer que o fim da União Soviética e a queda do Muro de Berlim marcam a morte do socialismo real, restando apenas alguns mortos-vivos como Cuba e Coréia do Norte. É verdade! Só o socialismo real morreu. O socialismo ideal — infelizmente — continua vivo na mentalidade daqueles que ainda deliram com a engenharia social, que seria capaz de produzir, a partir da ação do estado, o tal “bem comum”, a despeito, muitas vezes, da vontade dos próprios homens. Os socialistas idealistas têm certeza de que a única coisa que afasta os homens da felicidade coletiva são seus maus sentimentos, que devem ser exorcizados pela luta política, a ser conduzida por um guia ou por um partido. Ainda voltarei a este ponto.

O Muro caiu sobre a cabeça dos “planejadores” de futuro e engenheiros de gente. Mas, se olhamos a realidade aqui e alhures, tem-se, muitas vezes, a impressão de que ocorreu o contrário. Não há dúvida de que a economia socialista entrou em colapso, mas é inegável que foi a pressão por democracia e por liberdades públicas que fez dissolver o modelo. Essa pauta, no entanto, voltou a ficar acanhada nos dias que correm. O debate sobre a democracia, vital para a morte do socialismo real, desapareceu sob a imponência do crescimento chinês, por exemplo. O mundo, inclusive o Ocidente ainda democrático, olha para aquela tirania com os olhos entre tímidos e gananciosos do realismo político. “Tímidos” porque parecemos ter abraçado a tese de que a democracia vai bem para nós, mas eles lá podem ter descoberto a sua própria maneira de fazer as coisas. E “gananciosos” porque, afinal de contas, o capitalismo à moda chinesa, que se chama “socialismo” por lá, é uma fonte e tanto de lucro. E, querem alguns, livrou o mundo do caos — e a China cresceu, ela própria, na crise porque exerce a economia de mercado sem obedecer as suas regras: do comezinho desrespeito ao direito de patente ao dumping mais descarado. Vinte anos depois da queda do muro, a deocracia universalista, que não deixou pedra sobre pedra por lá, cedeu a esse realismo tosco.

Ao longo de vinte anos, o “socialismo ideal” foi se reciclando e se insinuando nos espaços decisórios das sociedades de mercado, tornado influente a sua pauta e substituindo o valor supremo da liberdade — que foi a força que realmente derrubou o muro — pelos chamados “direitos coletivos” (seja lá o que esse troço signifique), que podem, a depender do caso, sufocar e esmagar os direitos individuais.

  Na Europa e nos Estados Unidos, onde, por ora ao menos, as instituições são menos permeáveis à ação de aventureiros, a pressão dos “socialistas idealistas”, dos vendedores do sonho coletivista, se expressa no universo da cultura e, eventualmente, das políticas educacionais e sociais. O Ocidente aprendeu a odiar a si mesmo, vendo-se como matriz de todos os desatinos. Certa cultura acadêmica pretende, por exemplo, que foi o Ocidente que inventou o terrorismo islâmico. Alguns celerados se juntariam com o intuito de destruir os valores ocidentais porque não saberíamos compreendê-los e ver o mundo segundo a sua ótica… Não é mesmo uma graça?

Na América Latina — e o Brasil não está imune a este mal —, além da contaminação da esfera cultural, há também a pressão sobre as instituições, exercida por minorias militantes (e o “idealismo socialista” ainda é o norte) que pretendem impor a sua vontade em nome do bem coletivo, do chamado “bem comum”. Tentam jogar no lixo os princípios liberais, que respondem pelo bom progresso da humanidade, em nome de sua pauta de particularismos disfarçados universalismo. Para descer ao chão: os Kirchner, na Argentina, incentivam bandidos de um sindicato a impedir a livre circulação de jornais. No Brasil, Lula pretende criar um órgão paralelo ao TCU porque não aceita que seu governo seja submetido às regras da vigilância e transparência — ao menos as possíveis. Chávez, por óbvio, é o melhor exemplo de como usar instrumentos da democracia para solapá-la.

Vinte anos depois da queda do Muro de Berlim — e, na verdade, do fim da União Soviética —, saudemos, sim, a exposição da verdade sobre aquele modelo. O homem Não cabe naquela engenharia. Mas também não vamos nos dar por satisfeitos. Não é verdade que o regime de liberdades individuais e que a democracia política encontraram ali a sua vitória definitiva.

Ainda que sob nova roupagem, a ameaça à liberdade está mais presente do que nunca. O antigo e suposto universalismo socialista — “construir o novo homem” — manifesta-se, hoje em dia, nos particularismos influentes que, deixados à vontade, corroem o sistema que garante as liberdades individuais. E pouco importa qual seja a pauta dessa gente: os pobres, o “povo” (ainda ele), as ditas minorias raciais, a ecologia…

Viva o fim do muro,  que iluminou o passado! Agora é preciso que o regime democrático recupere a iniciativa para demonstrar que é o único futuro que vale a pena ser vivido. No momento, aqui e alhures, ele está em baixa.

O preciso derrubar certos muros que se ergueram no pensamento.

 

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