sábado, 31 de outubro de 2009

A Ditadura norte-coreana

Parte 1




Parte 2



Parte 3



Parte 4



Parte 5



Parte 6


O meteoro Obama

Por Luis Dufaur


  Obama entrou no cenário político como um astro pouco conhecido, ao menos no Brasil. Iluminado pela mídia, seu brilho foi inusual. Mas também foi incomum a rapidez com que começou a apagar-se. Agora, entra em fricção a toda velocidade com o duro chão da realidade.

 “Obama está vendo suas promessas virarem cinza”, afirma o “The Wall Street Journal”, o qual constata “audiências populares iradas, queda no índice de aprovação e a crescente oposição à sua proposta de reforma do sistema de saúde”; e conclui: “Crescente número de americanos está se voltando contra o presidente, inclusive eleitores que ele conquistou durante a campanha”.(1)

Obama parece ter adquirido características de anti-Teflon: tudo parece colar nele. O caso dos “painéis da morte” é típico. Vejamos.

O presidente quer implementar a reforma do sistema da saúde, contida em cinco projetos que preenchem aproximadamente 2.000 páginas. A oposição extraiu de um parágrafo impreciso a suspeita de que o projeto criaria “tribunais da morte”. Quando o usuário atingisse certa idade, tais “tribunais” decidiriam se ele merece viver ou se lhe seriam negados auxílios para a sobrevivência. Imagine-se o leitor indo a um hospital para ouvir tal sentença...

A suspeita assustou o público. Doentes e não-doentes ficaram apavorados. Para acalmá-los, os congressistas democratas tentaram explicar o projeto em reuniões públicas nas prefeituras. O resultado foi o caos: idosos agastados, cartazes incendiários, empurra-empurra, agressões verbais, intervenções policiais. Num discurso do presidente no Arizona, um eleitor, amparado pela lei estadual, compareceu ao evento levando um fuzil automático nas costas, em sinal de desagrado. Acusaram também o projeto de financiar o aborto.

A reforma da saúde transformou-se em guerra ideológica. Proliferaram cartazes, panfletos, clips, charges, atos e passeatas públicas com frases e desenhos agressivos: “Obama socialista”; “Obama comunista”; Obama com bigodinho de Hitler, com boina do Che Guevara ou em cartaz “soviético” com caracteres cirílicos.

Diante da reação, o presidente moderou os projetos, prometendo até que a reforma não financiaria o aborto. Acabou ateando o incêndio na própria casa. Para Paul Krugman, um dos incondicionais defensores do “meteoro”, Obama “está surpreso com a reação furiosa dos progressistas”(2) irados com tais concessões.

Há poucos meses, Obama era tido como messias, o deus ex-machina destinado a superar a polarização ideológica que, em boa medida, paralisa a marcha revolucionária mundial. Hoje, tornou-se um fator radicalizador de antagonismos!

Postos-chave do governo não foram ainda preenchidos. Por exemplo, os relativos à América Latina e à embaixada no Brasil. Pesam ainda escândalos de funcionários nomeados que acabaram renunciando. Van Jones, conselheiro em política ambiental, demitiu-se após atos grosseiros no exercício de suas funções.(3) Outras nomeações não foram ratificadas pelo Senado, não obstante o governo ter maioria.

Mais sintomas de polarização

Em agosto, pesquisa da Gallup alertava que Obama “não só torrou todo seu capital político, como entrou no vermelho”.(4)


As ameaças ao chefe de Estado americano cresceram 400%, segundo o estudioso Ronald Kessler. A perspectiva é inquietante num país onde houve tantos atentados a presidentes.

A audiência da emissora conservadora Fox subiu 24%, a da progressista MSNBC 10%, enquanto a centrista CNN perdeu 22%, segundo o instituto de pesquisas Nielsen.(5)


Os três livros no topo da lista de best-sellers não-ficção do “New York Times” são políticos e conservadores. Entre os dez primeiros não há nenhum de autor esquerdista.(6)

 Pelo menos 790.000 cidadãos reuniram-se em tea-parties (assim denominadas em alusão à destruição de fardos de chá britânico, como protesto contra os impostos, que serviu de estopim para a guerra de independência) em inúmeras cidades, para clamar contra novos impostos. Em mais um exemplo do fenômeno anti-Teflon, a perspectiva de aumento de impostos indispôs largos setores da opinião americana contra o governo democrata.(7)

 Setembro de pesadelo

Se agosto foi ruim para Obama, setembro virou pesadelo. O astro cadente tentou começar bem o mês com um discurso a ser reproduzido nas escolas por ocasião do início das aulas. Porém, pais e mães assustados denunciaram “o novo Saddam Hussein”, “o Kim Jong-il”, “o Stalin” ou “Big Brother” que desejaria doutrinar seus filhos no sentido socialista e afastá-los da influência familiar!(8) O presidente recuou, publicando previamente um pouco expressivo speach.

No Congresso, em solene sessão para as duas casas legislativas, fez a apologia da reforma da saúde, visando “reverter a maré de baixa popularidade”:(9) “Acabou o tempo de disputas, não há mais tempo para jogos”, disse Obama. Mas, ao afirmar que o plano não previa cobertura para imigrantes ilegais, ouviu-se: “Mentiroso!”(10) Foi a exclamação de um congressista republicano, algo muito grave para deputados no país. Fez-se um embaraçoso silêncio, logo interrompido pelas palmas de vários democratas. Para a grande mídia, o discurso teria granjeado sensíveis quotas de aprovação ao polêmico projeto.

Três dias depois, autêntica maré humana invadiu os arredores do Capitólio, carregando cartazes no estilo “Obama socialista”. A mídia “tapou o sol com a peneira”. O “New York Times” constatou apenas “milhares” de manifestantes; o “Washington Post”, menos irrealista, “dezenas de milhares”; e esses números foram ecoados, sem análise crítica, por grandes jornais brasileiros. Para os organizadores, porém, compareceram 1,5 milhão. Após conferir fotos de satélites, a estimativa final ficou acima de 850.000. Portanto, pode ser considerado um ato histórico.

A manifestação patenteou o grau de galvanização e a amplitude da reação. Manifestantes de quase todos os estados repudiaram um vasto leque de iniciativas governamentais, da reforma da saúde aos impostos, enquanto outros defenderam a vida, a família e a religião atacadas pela política do “meteoro”.(11)

O impacto da estrela cadente com o conservadorismo americano está sendo impressionante. Qual será o resultado de tudo isso? Quando os abalos resultantes do choque amainarem, poderemos saber se Obama perpetuará sua hegemonia, ou se, abalado pelas fortes reações, ficará rachado. É difícil prever o que sobrará das legiões de espíritos esquerdistas, que engrossam a cauda do “meteoro” Obama.



sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Partida empatada em Honduras


A imprensa brasileira está soltando fogos de artifícios para comemorar uma possível volta de Zelaya à presidência de Honduras, o governo de facto afrouxou as rédeas, só falta o congresso aceitar ou não o retorno do caudilho ao poder, mesmo que seja para passar dois míseros meses, só para satisfazer o ego, já que os poderes de Zelaya serão reduzidos a pó.


O Brasil foi um péssimo mediador para resolver questões relacionadas à crise política de Honduras, e deixou de ser tradicionalmente um país pacificador para se tornar beligerante com aspirações chavistas. A OEA é uma entidade que já está enterrada há anos e que não resolveu bulhufas. Os Estados Unidos, com seus atuais enviados socialistas obamistas, ameaçaram de alguma forma economicamente o governo de facto para restituir Zelaya, e Honduras não teve outra escolha senão aceitar o retorno do pequeno ditador à presidência, só que com os olhares desconfiados das instituições do país.

Como num jogo de futebol, essa partida parece que vai terminar empatada. A esquerda conseguirá provavelmente derrubar a importância de obedecer à constituição com a volta de Zelaya ao poder. Mas por outro lado, ele não terá poderes suficientes nem para mandar nos faxineiros do palácio presidencial de Honduras.

ACORDO EM HONDURAS NÃO ESTÁ CLARO

Por Aluizio Amorim


Blog Aluizio Amorim 


Li há pouco no site do Estadão uma matéria anunciando que um acordo foi firmado entre o governo do presidente Roberto Micheletti e Zelaya, segundo o qual estaria aberta a possibilidade para o embusteiro de Honduras retornar ao poder.


Segundo o texto, o acordo prevê que o Congresso Nacional decidirá se Zelaya voltará ou não ao poder. Ato contínuo (êpa!) o Governo americano anunciou que apóia as eleições marcadas para o dia 29 deste mês de novembro.


Zelaya foi destituído pela Suprema Corte de Justiça hondurenha de acordo com a Constituição, a qual não admite mais de um mandato presidencial e pune o seu ocupante que tentar alterar esta cláusula pétrea. E foi isto que Zelaya tentou através de um referendo – a quarta urna – e por isso foi destituído do cargo.


Os fatos são estes e nada indica que Zelaya voltará ao poder, até porque não se falou nem mesmo em prazo para o Congresso decidir.


O que fica evidente é que Zelaya e seus familiares já estavam no limite dentro da Embaixada brasileira, sitiados pelas Forças Armadas, numa situação extremamente incômoda. Parece também que a vida teria voltado à normalidade em Honduras e a maioria da população não quer saber da volta do títere chavista e aguarda as eleições.


Há também outro aspecto. Se realmente o acordo foi firmado Zelaya abandonaria a Embaixada, aliviando a saia justa em que Lula se meteu ao hospedar o presidente deposto. Tal fato levou nesta semana o governo de Honduras a processar o Brasil na Corte Internacional de Justiça de Haia.


A matéria que está no site do Estadão não é conclusiva e reflete o esforço dos Estados Unidos – leia-se Obama – de encontrar uma saída “honrosa” para Zelaya e Lula.


A interpretação que dou a esta notícia é que esse acordo é fajuto. E mais uma vez a grande imprensa e seus jornalistas lacaios do esquerdismo escamoteiam a verdade dos fatos.




Vamos aguardar.


Leia Aqui

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Chique de matar - Che Guevara e Mao Tsé-Tung


A Argentina de Kirchner ataca a imprensa

Por Mary Anastasia O'Grady



 Uma das formas de um presidente subir em popularidade em uma economia em crise é lutando pelo controle do banco central e começando a imprimir muitos pesos. Não há nada como financiamento barato para restaurar o entusiasmo do mercado por comprar todo tipo de coisa — de ações a casas —a a preços de queima de estoque.

 A grande reflação vai fazer as pessoas se sentirem ricas de novo. Uma moeda fraca vai ser também uma benção a curto prazo para os exportadores, cujos lucros então poderão ser tributados a taxas ainda maiores. Quem reclamar será denunciado por sua ganância.

É claro que essa máquina de movimento perpétuo vai eventualmente enguiçar, e, quando isso acontecer, um governo com esperança de sobreviver sentirá a necessidade de silenciar seus críticos. Pergunte aos argentinos, por exemplo, que estão vivendo tudo isso em tempo real.

Depois de mais de cinco anos de pesada intervenção do governo na economia, a Argentina está de novo escorregando para a recessão. Uma taxa de inflação de dois dígitos está se dirigindo para cima, e o governo está ficando sem dinheiro. Em resposta, a Presidente Cristina Kirchner está caindo em cima da imprensa livre. Os argentinos se perguntam se sua democracia vai sobreviver. É importante lembrar a história de como a Argentina chegou nesse ponto. A economia estava prostrada epois do colapso da "convertibilidade" de 2001-2002, o esquema monetário que equiparava o peso ao dólar. Uma nação desmoralizada procurava um redentor.

Acreditou tê-lo encontrado em Néstor Kirchner. Ele se tornou presidente em 2003 e pôs-se a restaurar o modelo de economia gerenciada pelo estado de Juan Peron; o mercado, argumentava, havia falhado. Kirchner assumiu o controle do banco central. Demonizou o setor privado e os investidores. Usando controles de preços, subsídios e regulamentação, ele se tornou um Robin Hood para as massas. O legislativo concedeu-lhe poderes extraordinários.

A economia se recuperou, como seria o esperado após uma brusca contração, e em 2007 sua esposa foi eleita presidente, com 45% dos votos.

Agora os ilusionistas estão perdendo o jeito. Não só a economia está azedando, como, de acordo com as pesquisas, a nação está perdendo a paciência com o que muitos consideram os abusos de poder do "primeiro casal".

 Quatro exemplos servem para demonstrá-lo: primeiro, quando Cristina Kirchner atacou o setor agrícola no ano passado, por ter resistido ao seu plano de impor altas taxas de exportação sobre suas colheitas, a nação se reuniu na defesa dos agricultores, para sua surpresa. Segundo, sua decisão de confiscar contas de aposentadoria privadas foi ruidosamente denunciada como uma violação do estado de direito. Terceiro, há uma crença generalizada de que seu governo esteja usando o serviço de inteligência nacional para colher informações sobre os "inimigos" da presidente. Quarto, a maioria esmagadora dos argentinos se ressente dos privilégios e do estilo de vida exuberante da família da presidente, que contrasta com a queda acentuada nos padrões de vida nacionais.

Essa insatisfação popular apareceu nas pesquisas nas eleições intercalares de junho, quando a ala de Kirchner no Partido Peronista perdeu feio. Seu marido nem sequer conseguiu vencer em sua candidatura a uma cadeira na Câmara representando a província de Buenos Aires, supostamente um baluarte do casal.


Kirchner e seu marido decidiram que perderam por causa da má cobertura da imprensa. Estão particularmente desapontados com a empresa Clarin, que, embora os tenha apoiado antes, agora é uma crítica declarada. Em comentários públicos, o Sr. Kirchner frequentemente insinua que o governo está analisando a empresa para verificar se esta não precisa de cortes. Em setembro, as autoridades fiscais fizeram uma batida nos escritórios de Buenos Aires do jornal diário da companhia. As autoridades depois publicaram um pedido de desculpas pela incursão, mas o jornal sustenta que foi um ato de intimidação. No entanto, o problema da má imprensa para os Kirchner vai muito além da Clarin. Conforme o modelo econômico antimercado começa a derrapar, a nação se volta contra seus arquitetos, e uma imprensa livre não ficará em silêncio. É por isso que a presidente forçou ao legislativo a aprovação de uma lei de mídia, há duas semanas, criando uma nova junta reguladora "audiovisual", controlada pelo executivo.


A lei também dá ao executivo controle sobre o licenciamento do espectro de rádio e reserva pelo menos dois terços deste para emissoras estatais e não governamentais aprovadas pelo executivo. Existe a preocupação de que Kirchner esteja agora se preparando para ir atrás do maior fornecedor doméstico de papel de jornal, e que comece a usar o licenciamento de importações para controlar o acesso a produtos estrangeiros.

 Hugo Chávez se tornou um ditador na Venezuela sob a guisa da democracia, e também ele encerrou a livre imprensa. Os argentinos estão preocupados.

Na semana passada, no jornal La Nación, o filósofo e escritor Santiago Kovadloff resumiu o sentimento da oposição sobre a forma como o governo vem usando "a lei" para consolidar seu poder: "A lei se tornou uma ferramenta para a corrupção", escreveu. "O executivo a colocou a seu serviço, e a manipula habilmente." E como fica a sociedade? "A insegurança não é mais uma ameaça. Já estamos na selva."

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

O velho discurso do embargo econômico



Em vez de acusar o governo cubano de violação aos Direitos Humanos e às liberdades fundamentais, a ONU está mais preocupada em encontrar desculpas para o fracasso do Regime Castrista. Nessa semana, a Assembléia Geral das Nações Unidas, que é presidido pelo castrista Miguel D’Escoto, aprovou uma resolução que pede aos Estados Unidos a retirada do embargo econômico sobre Cuba.

É incrível como a ONU prefere dar prioridade a um assunto irrelevante que serve de teoria para os fracassos econômicos sucessivos do regime mais duradouro do planeta. Enquanto isso, o povo cubano está amordaçado, e o governo totalitário de Fidel Castro só faz apertar ainda mais as mordaças sobre as bocas dos cubanos. Já não é possível esconder todos os crimes do Comandante Comunista, e cabe a ONU, com a representação de um esgoto (Miguel D'Escoto), não dar a mínima atenção as barbaridades que atingem a população na ilha da prisão, e por esse motivo, eles insistem no discurso estúpido de que o embargo econômico é a causa de todos os males, sendo que a verdadeira causa pela falta de êxito na gestão do país, é do próprio ditador Fidel Castro.

O mais impressionante foi o discurso do Ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez, que qualificou o embargo econômico como sendo um “ato de genocídio”. Para começo de conversa, nada melhor que Fidel Castro para entender de genocídio. O Regime Castrista matou mais de 120.000 cubanos. Será que o embargo econômico é mais genocida que Fidel Castro? Tá de brincadeira não é? Outra pergunta! Será que o governo cubano deseja ter relações comerciais com um país que é o maior representante do capitalismo? O socialismo não é capaz de se sustentar com as próprias pernas? Pois é, a esquerda adora cair em contradições.

Tio Rei Genial - VENEZUELA NO MERCOSUL – O PROTOCOLO E A PILANTRAGEM

Por Reinaldo Azevedo

Pois é, não é? Sou mesmo um chato. A canalha sai gritando que houve um golpe em Honduras, lá vou ler a Constituição de Honduras para constatar o óbvio - para quem a lê? Não foi o golpe. A mesma canalha sai afirmando que Daniel Ortega não está tentando dar um golpe institucional na Nicarágua, lá vou eu ler a Constituição da Nicarágua para constatar: sim, o Orelhudo molestador de enteadas está tentando dar um golpe em seu país. Agora, gente como Romero Jucá, a serviço do lulo-petralhismo, diz que a adesão da Venezuela não viola os princípios do Mercosul, e este escriba, em vez de ficar no debate-boca - “uns dizem que sim, outros que não”, faz o quê? Ora, vai ver o protocolo do Mercosul que trata do assunto. Há documentos a respeito.


Tenho uma relação de absoluta honestidade com os meus leitores. Sempre informo os meus critérios e os dados com os quais estou operando. Se trato de questões lógicas, advirto: “A lógica diz…” Se estou operando com matéria de crença ou de convicção moral, também alerto: “Acho que…” E deixo sempre muito claro quando estou me atendo à letra da lei, como nesse caso.
 
Digamos que alguns considerem a ditadura venezuelana uma coisa boa - é o caso de Lula, por exemplo. Ele gosta tanto, que já chamou o regime de “democracia até demais”. Pois bem. Neste texto, serei apenas o legalista, vou me ater à letra do Protocolo de Ushuaia, incorporado ao Protocolo de Assunção - fundador do Mercosul - que trata da questão democrática. Não há ali espaço para ambigüidade. Diz o tal protocolo:
 
A República Argentina, a República Federativa do Brasil, a República do Paraguai e a República Oriental do Uruguai, Estados Partes do MERCOSUL, assim como a República da Bolívia e a República de Chile, doravante denominados Estados Partes do presente Protocolo.
 
REAFIRMANDO os princípios e objetivos do Tratado de Assunção e seus Protocolos, assim como os dos Acordos de Integração celebrados entre o MERCOSUL e a República da Bolívia e entre o MERCOSUL e a República do Chile.
 
REITERANDO o que expressa a Declaração Presidencial de las Leñas, de 27 de junho de 1992, no sentido de que a plena vigência das instituições democráticas é condição indispensável para a existência e o desenvolvimento do MERCOSUL.
 
RATIFICANDO a Declaração Presidencial sobre Compromisso Democrático no MERCOSUL e o Protocolo de Adesão àquela Declaração por parte da República da Bolívia e da República do Chile.
 
ACORDAM O SEGUINTE:
 
ARTIGO 1
A plena vigência das instituições democráticas é condição essencial para o desenvolvimento dos processos de integração entre os Estados Partes do presente Protocolo.


ARTIGO 2
O presente Protocolo se aplicará às relações que decorram dos respectivos Acordos de Integração vigentes entre os Estados Partes do presente protocolo, no caso de ruptura da ordem democrática em algum deles.

ARTIGO 3

Toda ruptura da ordem democrática em um dos Estados Partes do presente Protocolo implicará a aplicação dos procedimentos previstos nos artigos seguintes.

ARTIGO 4

No caso de ruptura da ordem democrática em um Estado Parte do presente Protocolo, os demais Estados Partes promoverão as consultas pertinentes entre si e com o Estado afetado.

ARTIGO 5
Quando as consultas mencionadas no artigo anterior resultarem infrutíferas, os demais Estados Partes do presente Protocolo, no âmbito específico dos Acordos de Integração vigentes entre eles, considerarão a natureza e o alcance das medidas a serem aplicadas, levando em conta a gravidade da situação existente.
Tais medidas compreenderão desde a suspensão do direito de participar nos diferentes órgãos dos respectivos processos de integração até a suspensão dos direitos e obrigacões resultantes destes processos.

Voltei

A Venezuela, com suas reiteradas agressões aos direitos individuais, à liberdade de imprensa e à ordem democrática, não poderia pertencer ao Mercosul, é óbvio. Aliás, segundo o que vai acima, se pertencesse, seria o caso de considerar a sua expulsão. É o que está no protocolo. Não é assim porque eu quero.

O governo Lula tem a maioria na Comissão do Senado? Tem. O Parlamento brasileiro tem vocação para a independência, uma condição republicana? Não! Tem vocação, com raras exceções, para a subserviência. Assim, vai-se jogar fora a letra do tratado e se vai votar favoravelmente ao ingresso de uma quase ditadura no bloco. A desculpa é boa: isolada, a Venezuela poderia ser pior. As ditaduras, agora, já sabem que o que as fará paparicadas pelas democracia é justamente o regime de exceção.

Seria coisa de asnos não fosse coisa de pilantras. Em alguns casos, é a pilantragem ideológica das esquerdas. Em outros, é a pilantragem sem adjetivos mesmo, que será sempre subserviente ao Executivo porque isso, afinal de contas, é bastante lucrativo.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

MENSAGEM ESPÍRITA - NOTAS DE CADA DIA

Convence-te de que não existem males eternos.
Toda dor passa.
O dia é sempre novo para quem trabalha.
Não conserves ressentimentos.
A desilusão de agora será bênção depois.
A dificuldade é uma escola.
Servir é um privilégio.
Auxilia para o bem.
Nada reclames.
Gritos nada valem.
Queixas não pagam dívidas.
Tristeza inerte é sinônimo de tempo perdido.
E, à frente de quaisquer obstáculos ou de quaisquer desenganados, não te esqueças de que o tempo de hoje continuará no amanhã.

EMMANUEL (Do Livro ATENÇÃO por FRANCISCO XAVIER)

Poesia de Camões - Não Canse o Cego Amor de me Guiar

Uma poesia de um dos maiores gênios da língua portuguesa:

Não Canse o Cego Amor de me Guiar

Não Canse o Cego Amor de me Guiar
Pois meus olhos não cansam de chorar

Tristezas não cansadas de cansar-me;
Pois não se abranda o fogo em que abrasar-me
Pôde quem eu jamais pude abrandar;

Não canse o cego Amor de me guiar

Donde nunca de lá possa tornar-me;
Nem deixe o mundo todo de escutar-me,
Enquanto a fraca voz me não deixar.

E se em montes, se em prados, e se em vales

Piedade mora alguma, algum amor
Em feras, plantas, aves, pedras, águas;
Ouçam a longa história de meus males,

E curem sua dor com minha dor;
Que grandes mágoas podem curar mágoas.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

A pior recessão?

Por Richard W. Rahn

OrdemLivre.Org


Será a atual recessão a pior desde a Grande Depressão? Apesar de o presidente, muitos membros do Congresso e muitos jornalistas repetirem continuamente que estamos vivendo a pior recessão desde a década de 1930, afirmar isso é no mínimo prematuro.

Ao fim da Segunda Guerra Mundial, de 1945 a 1946, houve uma queda muito acentuada (12,1%) na produção dos Estados Unidos, à medida que a economia de guerra começava sua transição para uma economia civil. A mais profunda e duradoura recesão por que os Estados Unidos passaram desde então começou em 1980, quando Jimmy Carter foi presidente (o produto doméstico bruto caiu 9,6% no segundo trimestre daquele ano) e não terminou até o quarto trimestre de 1982, já no segundo ano da presidência de Reagan. Houve trimestres positivos neste período de quase três anos, resultando no que é conhecido como dupla recessão, mas o produto doméstico bruto não voltou ao nível de 1979 antes de 2003. O desemprego atingiu o ápice de 10,6% no outono de 1982.

Tanto Reagan quanto Obama herdaram uma economia que sofria com um ano sem crescimento e desemprego em ascensão. (Os números são quase idênticos.) Mas Reagan enfrentou uma situação bem mais lúgubre, com a inflação na casa das dezenas e a taxa de juro preferencial em 20%. Obama, ao contrário, herdou uma economia na qual a inflação estava caindo (na verdade, a inflação esteve próxima de zero neste ano) e as taxas de juros, muito baixas.

Uma situação na qual o número de empregos disponíveis está caindo já é ruim o bastante, mas se além disso a inflação está destruindo o poder aquisitivo, cresce a miséria. Nos anos 1960, o economista Arthur M. Okun criou o Índice da Miséria, adicionando a taxa de desemprego à taxa de inflação. Na corrida presidencial de 1976, Jimmy Carter frequentemente atacou Ford por permitir que o Índice da Miséria alcançasse os 13,57%, embora este estivesse mais baixo quando Ford deixou o cargo do que o número herdado da era Nixon. Ironicamente, quatro anos depois, quando Carter estava concorrendo contra Ronald Reagan, o Índice da Miséria atingiu um recorde de 21,98%. Carter não teve como se defender, e perdeu a eleição. O Índice da Miséria caiu mais de dez pontos durante a presidência de Reagan, a maior melhora durante o mandato de qualquer presidente nos últimos 50 anos.

Os economistas não estão em total acordo quanto à definição precisa de uma recessão, embora "recessão" seja geralmente entendida como dois ou mais trimestres consecutivos de crescimento econômico negativo. O National Bureau of Economic Research (NBER), uma organização privada, funcionou como uma autoridade na definição de recessões nos Estados Unidos. O NBER usa uma variedade de fatores — incluindo seu julgamento, e não apenas mudanças no PDB — para caracterizar uma recessão. Outros economistas e organizações, como o Fundo Monetário Internacional, usam definições diferentes da proposta pelo NBER. Recessões podem durar apenas oito meses, como as recessões de 1990-91 e 2001, ou podem se estender por mais de um ano. Depressões normalmente são definidas como uma recessão de 10% ou mais, com mais de quatro anos de duração.

Obama escolheu uma abordagem diametralmente oposta à de Reagan para reiniciar a máquina de crescimento econômico. Reagan fez pressão por cortes nas taxas marginais de imposto, para encorajar as pessoas a trabalhar, economizar e investir, na tentativa de impulsionar a economia pelo lado da oferta, e não apenas pelo lado da demanda. Obama escolheu apenas aumentar enormemente os gastos do governo em uma tentativa de aumentar a demanda, enquanto, ao mesmo tempo, muitas de suas novas regulamentações trabalhistas, ambientais e energéticas, além de outras, obstruem o lado da oferta.

Obama teve a vantagem de ter ambas as casas do Congresso controladas por seu partido, de modo que pôde aprovar seu pacote de estímulo poucas semanas depois de assumir. Reagan foi prejudicado por ter o partido de oposição no controle da Câmara de Deputados, cujos membros atrasaram (até agosto de 1981) e diminuíram seu pacote de redução de impostos.

Na verdade, os cortes de impostos de Reagan não foram completamente implementados até 1983, mais de dois anos depois de ele assumir o cargo. Reagan, tolhido pela oposição do Congresso, não conseguiu a restrição ao crescimento dos gastos que desejava, de modo que substanciais déficits orçamentários ocorreram já no início de seu governo, alcançando em certo ponto 6% do PDB. Retrospectivamente, os déficits de Reagan parecem pequenos comparados ao déficit de 13,5% do PDB este ano, e às projeções do governo e do Escritório de Orçamento do Congresso de enormes déficits nos anos futuros.

Uma vez que os cortes de Reagan estavam largamente implementados, a economia decolou — cresceu 7,6% só em 1984. Estamos no meio de um experimento interessantíssimo. O governo e o Escritório de Orçamento prevêem crescimento econômico ininterrupto do fim deste ano até 2019. Se eles tiverem razão, a recessão de 1980-82, e não a atual, continuará a ser o mais longo período contínuo sem crescimento econômico desde a Segunda Guerra Mundial. Se estiverem errados, eles de fato terão a pior recessão desde a Grande Depressão, e ninguém a culpar exceto a si próprios.

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Os três "ex-guerrilheiros"

Parece que a América Latina tem uma enorme facilidade de revelar ex-guerrilheiros para cargos de presidência da república.


O atual presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, é membro da Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN), um grupo socialista armado que nasceu basicamente para combater o governo da Família Somoza que governou o país durante 30 anos. Daniel Ortega foi eleito presidente em 1984 e promoveu nacionalizações e reformas agrárias controversas. Perdeu três eleições para a presidência da república até voltar ao poder em 2006. O aparelhamento da Sala Constitucional da Suprema Corte da Nicarágua fez com que abrisse as portas para a reeleição de Daniel Ortega com a suspensão de uma barreira constitucional que impedia a participação do atual presidente ás eleições de 2011. A velha tática da esquerda para se manter no poder. Dessa vez sem precisar necessariamente de um plebiscito.

Outro ex-guerrilheiro está prestes a se tornar presidente no Uruguai. É José Mujica, candidato de esquerda, ex-integrante do grupo Tupamaros, uma organização criminosa que seqüestrou, assassinou, roubou e ameaçou famílias na zona rural. José Mujica, conhecido carinhosamente como Pepe, é acusado de ter matado o policial José Leonardo Villalba em 1971. E no mesmo ano, o Grupo criminoso Tupamaros, do qual Mujica era dirigente, assassinou o peão rural Ramón Mena com uma injeção letal. Mais um tirano latino americano que se veste de ovelha para governar feito um lobo enfurecido.

E não poderíamos esquecer-nos de Dilma Rousseff, ex-integrante da VAR-Palmares, que é hoje a principal candidata do PT para as eleições presidenciais em 2010 no Brasil. A atual Ministra-Chefe da Casa Civil recebeu treinamento de guerrilha em Cuba e veio às escondidas para o Brasil nos anos 60. Ela participou do roubo ao cofre do governador Adhemar de Barros e, usurpou uma quantia de aproximadamente 2,5 milhões de dólares. E ainda organizou várias ações para roubar armas nas unidades militares do Rio Janeiro.

Três Guerrilheiros e um só objetivo de continuar com os planos audaciosos do Foro de São Paulo.

domingo, 25 de outubro de 2009

Popularidade de Hussein em baixa


É enorme a popularidade de Barack Hussein na maioria dos países em que é somente um personagem de decoração pacifista, nos Estados Unidos, onde é presidente, a sua popularidade só faz cair.


Segundo a pesquisa do instituto Gallup, a popularidade de Barack Hussein caiu de 60% para 53% no segundo trimestre. Só quem conhece esse salafrário de perto para avaliar a péssima gestão do atual presidente americano.


É melhor dizer aos velhinhos suecos que prêmio algum é capaz de enganar o povo americano.

Mao Tsé-Tung na Casa Branca


A Assessora de Barack Hussein, Anita Dunn, a mesma que fez ameaças à FOX News, disse ser admiradora de Mao Tsé-Tung, em discurso para estudantes de ensino médio nos Estados Unidos. Olha só que Bizarro! É só ver no vídeo! Os dois filósofos favoritos de Anita Dunn são Madre Tereza de Calcutá e Mao Tsé-Tung. Essa mulher só pode ter problemas mentais para colocar um sanguinário comunista no mesmo nível de uma missionária católica que pregou a paz e o amor ao próximo. Pelo jeito como ela fala, só pode ser louca mesmo.


Nem é preciso dizer mais nada. Barack Hussein é cercado por assessores comunistas que pretendem destruir a democracia americana, o bem mais precioso do país.


Agora entendo o porquê de Barack Hussein ter um apresso imenso pelas ditaduras bolivarianas. O vigarista que não reconhece a democracia hondurenha, e que reconhece a ditadura iraniana.


sexta-feira, 23 de outubro de 2009

As injustiças na justiça brasileira

A polícia prende e a justiça solta, essa tem sido uma infeliz rotina no Brasil. Os Traficantes, aparado por um mar de advogados mal-intencionados, têm o apoio de todos os segmentos da justiça brasileira para que possam continuar no mundo do crime.
O Megatraficante apelidado de “Dote” foi solto nessa quinta-feira pelo ministro Celso Limongi do STJ em Brasília. O bandido só é acusado de ter participado de pelo menos 11 assassinatos, entre eles a sua própria namorada de 22 anos. E ainda, o criminoso teve a ousadia de planejar a morte do delegado que o investigava, mas o plano foi descoberto em tempo. A alegação da defesa é que o Bandido tem residência fixa em Santa Catarina e seria réu primário.
Não é a toa que os bandidos estão se tornando cada vez mais audaciosos. Não é somente a justiça que protege a bandidagem no país. O pessoal dos direitos humanos só pensa no próximo bandido a ser defendido, e a população de bem que se exploda! A criação do Estado paralelo é fruto dessa justiça só faz beneficiar o criminoso.

Nem adianta prender bandido nesse país. Eles sabem que serão soltos mais cedo ou mais tarde. O que a justiça não faz questão de perceber, é que isso será mais um motivo para que grupos de extermínio se instalem na sociedade. A indignação é tanta que não é mais possível acreditar que a justiça está do lado da população, e por essa razão que pessoas preferem fazer justiça com as próprias mãos.

VEM AÍ O PAT - PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO TRÁFICO

Por Reinaldo Azevedo

Reinaldo Azevedo

O projeto que livra a cara dos “pequenos (?) traficantes” será assinado pelo deputado Paulo Teixeira (PT-SP). Embora ele certamente concorde com a tese, é só uma espécie de laranja da idéia. Ela nasceu mesmo foi no Ministério da Justiça, de que é titular Tarso Genro, aquele que já atuou como uma espécie de advogado informal de Cesare Battisti, o homicida italiano. Tarso é assim: onde houver uma boa causa, ele está lá.

Ora, gente, por que tanto espanto? Nova York reduziu drasticamente o crime prendendo grandes e pequenos bandidos, coibindo tanto o crime grande quanto aquele antes considerado irrelevante. Até São Paulo — digo “até” porque a esquerdopatia dominante tenta esconder o fato de que o índice de homicídios em São Paulo caiu 70% em 12 anos — é um bom exemplo de que, quanto mais bandido dentro da cadeira, menos crimes fora dela. Que coisa espantosa, não?

Embora a gente tenha jabuticaba, pororoca e Tarso Genro, a lógica funciona no Brasil também. Mas o país sempre procure fazer o contrário do que ela indica.
Ora, o que vai acontecer com o “pequeno (?) traficante” quando for solto? Vai procurar emprego, é claro! Vai querer carteira assinada. Volto àquele negócio do fatalismo. Acreditamos que há forças superiores às quais ninguém resiste: uma delas é trabalhar para o bem do Brasil, não é mesmo? Vejam o caso de muitos políticos: entre o trabalho e a política, escolheram o quê? O “pequeno(?) traficante”, tadinho, não havia descoberto ainda que pegar no batente é muito mais gostoso do que vender uns papelotes e umas trouxinhas. E também rende mais, não é mesmo?

“Como, Reinaldo? Você está sugerindo que é mais fácil ganhar a vida no crime?” SUGERINDO??? EU NUNCA SUGIRO NADA!!! EU SEMPRE AFIRMO!!! EU ESTOU AFIRMANDO QUE É MAIS FÁCIL GANHAR GRANA SENDO CRIMINOSO DO QUE SENDO TRABALHADOR.
E é por isso que o risco tem de ser enorme, entenderam? Caiu? Dançou! Cana no bicho! É um clichê, eu sei. Mas o fato é que o crime não pode compensar. O diabo é que, no Brasil, ser trabalhador rende menos e pode ser até mais perigoso. Sem contar que, se o coitadinho conseguir um salariozinho um pouquinho melhor, que lhe permite morar em algum conjugado na periferia, já é obrigado a pagar Imposto de Renda. A bandidagem, por óbvio, não tem de contribuir…

Sem trocadilho, o “pequeno (?) traficante” está iniciando uma carreira, não é mesmo? Solto, vai poder se especializar. Ou alguém acha que ele vai se dedicar à leitura de Schopenhauer? A proposta explica por que chegamos aqui.

Mas eu estou certo de que haverá um programa de acompanhamento para o companheiro iniciante no tráfico. Sugiro o programa Bolsa Pó ou Bolsa Maconha. Ou, então, o PAT: Programa de Aceleração do Tráfico.

Leia Aqui

Lula, Cristo e Judas


O Lula é aquele tipo de pinguço que se empolga e fala demais. E por ter essas características ele não se incomoda em fazer comparações esdrúxulas, e a última, foi dizer que se Jesus Cristo fosse presidente da república, teria que se aliar com Judas. Pense bem. Ele pensa mesmo ser Jesus Cristo, aliás, ele já foi tudo nessa vida, um Getulio Vargas, um Jucelino Kubichek, e também já não é a primeira vez que se ele compara a Jesus Cristo. Quando o Sapo Barbudo participou de um comício em Sorocaba-SP nas eleições de 2006, disse que numa mesa de 12 pessoas, Cristo foi traído por um, mas que não perdeu sua importância. Só para Justificar as inúmeras acusações e denúncias contra a sua gestão.


O Lula se acha Jesus Cristo. Então. Quem seriam os Judas? Collor? Sarney? Jader Barbalho? O PMDB? Para começo de conversa, Jesus Cristo não faria alianças com pessoas que dominam a política brasileira há décadas. Não é possível que esse acéfalo continue a saltar sandices como essas. Um Homem que possui amizades com ditadores e guerrilheiros comunistas nunca deveria se comparar a Jesus Cristo. Nem de brincadeira. O problema é que Lula faz uma “piada” – geralmente de mau gosto – e todo mundo começar rir como um bom bajulador, e aí, o imbecil começa a não ter nenhum senso do ridículo.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Lula, o amigo de Ahmadinejad




Por Julio Severo


Como todo líder mundial sabe, confraternizar-se com governos repugnantes é um perigo ocupacional. Mas amigar-se a párias é outro assunto. Por isso, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva congratulou Mahmoud Ahmadinejad, o presidente do Irã, na Assembleia Geral da ONU, quando ele defendeu fortemente o programa nuclear do Irã e convidou Ahmadinejad para visitar o Brasil, o mundo prestou atenção. Qual é o jogo de Lula?


Em parte, tudo tem a ver com a ambição de Lula de colocar o Brasil na posição de "nação de primeira classe". Lula visitou 45 países apenas nos últimos três anos e abriu 35 embaixadas desde 2003, a maioria delas na África e no Caribe. Isso tudo se encaixa na sua estratégia de "Sul para Sul", uma blitzkrieg diplomática planejada para ajuntar capital político no mundo em desenvolvimento. Como resultado, o Brasil é muito estimado em lugares que muitas outras nações ignoram, e suas relações comerciais estão bastante equilibradas, espalhadas em extensão praticamente igual entre América Latina, o Oriente Médio e a África, a Europa e os Estados Unidos. Isso ajudou o Brasil a ficar firme durante a crise econômica global para se tornar um dos primeiros a sair da recessão. Isso também transformou o presidente do Brasil numa estrela global.


Contudo, a diplomacia de Lula criou alianças comprometedoras enquanto seu governo é bajulado como uma das democracias mais vibrantes do mundo por diferentes socialistas, desde a ONU e Europa até Cuba e Venezuela. Internamente, Lula vem favorecendo grupos pró-homossexualismo e pró-aborto, com duras conseqüências para os que não adotam essa agenda radical. Não muito diferente da orgulhosa "democracia" nacional de Lula, sua política externa vem de forma surpreendente favorecendo ditadores muçulmanos e comunistas.


Recentemente, o Brasil se absteve de votar em resoluções da ONU condenando os abusos de direitos humanos no Congo, Sri Lanka e na comunista Coreia do Norte, onde milhares de cristãos têm sido torturados e mortos por apenas serem cristãos. O governo de Lula também hesitou com relação ao Sudão, onde a perseguição muçulmana aos cristãos é imensa. Primeiro, o Brasil evitou dar seu voto numa medida para dar para inspetores de direitos humanos poderes mais amplos para lidar com o Sudão, apenas para mudar de curso em junho depois que proeminentes grupos cívicos fizeram pesadas críticas. O melhor amigo de Hugo Chávez, o homem forte da Venezuela, é Lula, ainda que Chávez tenha amordaçado a imprensa, ameaçado rivais e sufocado os sindicatos. "Cada país estabelece o regime democrático que convém ao seu povo", Lula recentemente disse para Newsweek. "É uma decisão soberana de cada nação".


Mas "soberania" é uma palavra usada só quando lhe é conveniente. Na crise envolvendo Honduras e seu direito soberano e constitucional de deter um presidente apoiado por Chávez em suas ações ilegais para se perpetuar na presidência, o governo de Lula lhe deu a embaixada brasileira em Honduras como refúgio e base de operações, diretamente interferindo nos assuntos internos da pequena nação para atender aos interesses de Chávez. O amigo de Fidel Castro não perdeu a oportunidade de alegrar seu mentor ideológico.


Entretanto, a cordialidade entre Lula e Ahmadinejad tem sido pública e berrante. Durante os sangrentos resultados das eleições no Irã, Lula chamou os manifestantes que estavam protestando de "perdedores" e comparou as medidas repressivas do governo iraniano a uma briga entre duas torcidas rivais de futebol. Essa amizade é tão estranha que Lula, cujo governo dá amplos direitos a quem pratica o homossexualismo, não tem nenhum escrúpulo de apoiar Ahmadinejad, cujo governo mata os que praticam o homossexualismo. Por sua vez, o muçulmano Ahmadinejad também não tem nenhum escrúpulo de estar com Lula, o apoiador do homossexualismo.


É uma amizade moralmente antagônica e puramente oportunista, pois Ahmadinejad está exterminando os homossexuais do Irã, enquanto Lula está trabalhando para exterminar toda oposição ao homossexualismo no Brasil. Se Ahmadinejad fosse um cidadão brasileiro, de forma alguma ele conseguiria escapar da prisão da "democracia" socialista de Lula, e se Lula fosse um cidadão iraniano, de forma alguma ele conseguiria escapar da pena de morte da "democracia" muçulmana de Ahmadinejad.


Um país em amizade com o Irã, que financia grupos terroristas, teria chance de se tornar uma nação de primeira classe? Em julho de 2008, Chuck Pierce, que é considerado um profeta nos EUA, disse em São Paulo que uma tragédia imensa estava à frente no futuro da sociedade brasileira e que o Brasil só tinha poucos meses de oportunidade para mudar. Se em menos de 12 meses Lula caísse em seu corrupto governo socialista e se o Brasil fizesse amizade com Israel, o Brasil se tornaria uma grande nação, até mesmo ultrapassando os Estados Unidos. Mais de um ano depois, Lula está gozando enorme popularidade como presidente e o Brasil está mais perto dos piores inimigos de Israel.


Contudo, não é preciso ser um profeta para ver que o Brasil está numa estrada destrutiva.


Ainda que Ahmadinejad tenha declarado que quer a destruição de Israel, Lula fortemente defendeu o direito de o Irã enriquecer urânio alegando que ele ouviu "pessoalmente" que o Irã não quer fabricar uma bomba nuclear.


Outros vêem a virada da agressiva política externa de Lula como a insolência de uma potência que está se levantando. "Em parte é a idéia de que o Brasil pode fazer o que quer na política internacional, inclusive enfrentar as poderosas nações do mundo", diz o ex-ministro das relações exteriores Luiz Felipe Lampréia.


As nações ricas têm o mau hábito de exportar e impor sua cultura de aborto e homossexualismo nos países em desenvolvimento, mas esse não é o motivo por que Lula as condena. Aliás, a liberdade de expressão, um direito plenamente usado por ele para criticar questões triviais das nações desenvolvidas, é um direito não plenamente garantido no próprio PT de Lula, onde o Dep. Henrique Afonso, um pastor evangélico, foi condenado por seu discurso pró-vida e na sociedade brasileira, onde o Pe. Luiz Carlos "Lodi" da Cruz, um padre católico, foi condenado pelos tribunais apenas por chamar de "abortista" uma pessoa abortista. Até mesmo a Organização dos Estados Americanos recentemente reconheceu que o Brasil não está garantindo a liberdade de expressão.


Lula tem estabelecido muitas políticas radicais de aborto, homossexualismo e questões raciais que ele importou do mundo desenvolvido. Por isso, não é de admirar que ele jamais tenha usado sua liberdade de expressão para denunciar os agressivos grupos de aborto e homossexualismo financiados pelas nações desenvolvidas para destruir a cultura e as famílias dos países em desenvolvimento. E os brasileiros que fizeram isso foram legalmente perseguidos durante o governo Lula. Além disso, ele nunca condenou os abusos em massa de direitos humanos contra cristãos em nações muçulmanas e comunistas.


Bajular a cultura de aborto e homossexualismo dos poderosos do Ocidente e favorecer Hugo Chávez, Ahmadinejad e outros poderosos muçulmanos e comunistas com certeza é algo que atrai a atenção mundial - mas dificilmente é o tipo de coisa que uma nação de primeira classe gostaria de fazer.


Adaptado por Julio Severo do artigo Brazil's Lula Befriends Iran's Ahmadinejad, de Mac Margolis na Newsweek.


quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Hasta Cuándo..

Nada melhor que um grupo de Rap Cubano, chamado Rey El Vikingo, para denunciar os crimes do sanguinário Fidel Castro.

Essa é para os amantes do regime castrista. Veja o desabafo do Rapper no fim do clipe. Muitos cubanos queriam ter a oportunidade de ficar cara a cara com esse ditador ordinário para dar umas pancadas no meio de sua fuça.

O fim do golpe petralha


A Petralhada imunda que, quando é alvo de investigação, acusa seus adversários políticos de golpistas. O que dizer então, da tentativa da quadrilha de Tarso Genro em tirar a Yeda Crusius do cargo de governadora do Rio Grande do Sul? É claro que para os bandidos do PT isso tem outro nome, assim como caixa dois significa “recurso não contabilizado”.


Felizmente, de nada adiantou o ato terrorista do PT em derrubar a governadora tucana. Nessa Terça-Feira, a Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul arquivou o pedido de impeachment de Yeda Crusius. E os servidores públicos do estado, que tiveram a idéia do golpe com a ajuda da máquina petista, não alcançaram seus objetivos malignos de retomar o poder, se bem que, a principal meta dos petralhas é sujar a imagem da atual governadora.


O Tarso Genro continuará a articular outros golpes? Ou vai começar a trabalhar como Ministro da Justiça? O Rio de Janeiro está precisando de seus serviços Senhor Ministro. Há! Esqueci que o Tarso Genro não gosta de se intrometer nos assuntos das FARC. Se é que vocês me entendem.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Piada do dia

Leia o texto abaixo:

A atitude menos belicosa do presidente americano, Barack Obama, com relação à imprensa na comparação com seu antecessor, George Bush, permitiu elevar os Estados Unidos para o 20º lugar na classificação de liberdade de imprensa no mundo, segundo o ranking apresentado hoje pela organização Repórteres sem Fronteiras (RSF).




É INCRIVEL ISSO ! DEPOIS DE TER AMEAÇADO A FOX NEWS , ESSE BARACK HUSSEIN É "PREMIADO" POR DAR MAIOR LIBERDADE À IMPRENSA NOS ESTADOS UNIDOS?


ANO QUE VEM VAI SER O RAFAEL CORREA? EM 2011 EVO MORALES? E EM 2012 HUGO CHÁVEZ?


ESSA ORGANIZAÇÃO É UMA PIADA!

Chavismo causa caos na Venezuela


O socialismo está, e estará sempre de mão dadas com o caos, a desordem, a anarquia, e outras denominações negativas. A cidade de Caracas, por exemplo, é a segunda capital mais violenta do mundo, até países em estado de guerras têm menos pessoas mortas em comparação com a capital da Venezuela.


A revolução socialista existe a fim de que se instale o caos na sociedade promovendo o conflito entre classes, e faz do ódio a ferramenta principal para que os ditos líderes comunistas estejam ao alcance dos mais pobres, e prometem o tal da “igualdade social”. As pessoas de classe baixa acreditam piamente que estão nessas condições não por causa do governo, mas por causa dos ricos.


É aí que eu quero chegar. O Hugo Chávez está transformando a vida na Venezuela numa batalha campal, e para mostrar do que o chavismo é capaz de fazer, segundo os números oficiais, são registrados cem homicídios a cada cem mil habitantes em Caracas, só para ter uma idéia das catástrofes diárias que estão tirando o sono dos venezuelanos. Chego à conclusão de que o socialismo chavista usa o horror para que a população menos favorecida deva agir com ódio contra aqueles que imagina serem os maiores responsáveis pela situação de pobreza: A classe média.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Quem quer ganhar o Brasileirão 2009?

Qual time quer ganhar o campeonato brasileiro? A impressão que eu tenho, é que nenhuma equipe está disposta a ganhar o Brasileirão 2009. E para falar a verdade, o time que está mais próximo do título é o Flamengo, que emocionalmente está mais preparado em relação aos seus adversários no alto da tabela de classificação.

O Atlético Mineiro que ganhou o São Paulo em pleno Morumbi nessa última rodada, foi o mesmo que perdeu jogando mal contra o Botafogo. O Internacional é o time que mais irrita os comentaristas de futebol, pelo fato de não decidir na hora que é preciso. O Palmeiras parece que está acomodado com a diferença de quatro pontos para o segundo colocado, e no jogo de hoje contra o Flamengo, na derrota de 2 a 0 no Parque Antártica, não buscou em nenhum momento a vitória, e deixou o Petkovic fazer o que quer no meio campo do Flamengo.

O São Paulo teve aquela arrancada importante no meio do campeonato, mas com as duas derrotas seguidas na competição, só resta à classificação para a Taça Libertadores. Por um instante a equipe São Paulina acreditava na tradição de ser um time de chegada nas horas decisivas nos pontos corridos, e praticamente perdeu todas as esperanças no Brasileirão quando perdeu para o Atlético Mineiro dentro de casa.

Se tem um time brasileiro que está prestes a conquistar o campeonato brasileiro nesse momento, esse time é o Flamengo. O Petkovic em boa forma deu mais uma excelente opção para a equipe carioca, e se as laterais eram as principais armas do Flamengo, agora o meio de campo também se tornou importante com a presença do meio-campista sérvio em ótima fase.
Só as próximas rodadas irão nos mostrar qual equipe quer verdadeiramente ganhar o Brasileirão. Nesse momento, nenhuma equipe é capaz de dar confiança aos seus torcedores.

O planeta que se dane

Por Diogo Mainardi

Diogo Mainardi

O ciclismo tem algo em comum com o stalinismo. Quem melhor demonstrou isso foi o poeta chileno Pablo Neruda. Ele fez uma “Ode às bicicletas”. Além de fazer uma “Ode às bicicletas”, ele fez também uma “Ode a Stalin”. Na primeira poesia, Pablo Neruda comparou as bicicletas a um “esqueleto frio”. Na segunda poesia, ele comparou Stalin a “um gigante”. Cada pedalada poética de Pablo Neruda corresponde a um esqueleto frio no Gulag do gigante.

Eu só ando de bicicleta. Se o ciclismo tem algo em comum com o stalinismo, eu devo ser considerado um Alexander Soljenitsin das duas rodas - um reacionário do pedal. O músico David Byrne, dos Talking Heads, também só anda de bicicleta. Mas, ao contrário de mim, ele é um militante do ciclismo - um doutrinador do ciclismo. Ele recomenda que as ruas sejam ocupadas unicamente por bicicletas e que os carros só possam trafegar em túneis. Ele desenhou bicicletários - em forma de guitarra elétrica e de cachorro - e projetou ciclovias para a prefeitura de Nova York.
David Byrne acabou de publicar nos Estados Unidos Diários da Bicicleta, nos quais relata suas pedaladas em cidades como Londres, Buenos Aires, Detroit, Berlim, Manila e Istambul. Do selim de sua bicicleta, ele pontifica: “Eu sinto que o mundo pode ser mais onírico, metafórico e poético do que atualmente acreditamos”. Quem acredita que o mundo pode ser mais onírico, metafórico e poético costuma acreditar igualmente que o melhor lugar para enfiar os inimigos é um Gulag - como Pablo Neruda. Ou um túnel - como David Byrne.

Na China, todos possuíam uma bicicleta rigorosamente preta da marca “Pombo Voador”. Elas se transformaram num símbolo do totalitarismo igualitário maoista. Agora as bicicletas mudaram. Elas passaram a simbolizar o ideal salvacionista do ambientalismo. Dito de outra maneira: a promessa de um mundo mais onírico, metafórico e poético. Como um reacionário do pedal, minha bicicleta representa apenas isso - uma bicicleta. Ela é um meio de transporte utilitário. Tem uma cadeirinha na frente e uma atrás. Na frente eu conduzo um filho, atrás eu conduzo o outro filho. Se Karl Popper classificasse bicicletas como classifica a filosofia política, minha bicicleta representaria a sociedade aberta, individualista, indo do ponto A ao ponto B. Eu pedalo socraticamente. David Byrne pedala platonicamente.

Nos últimos tempos, o aquecimento global foi o Gulag que aterrorizou os inimigos do ambientalismo. Ou andávamos de bicicleta, ou o planeta acabaria. O planeta que se dane, foi o que eu sempre pensei. Eu estava certo. O aquecimento global nem existe. O pico do calor foi em 1998. De lá para cá, a Terra está esfriando. E deve permanecer assim por mais duas décadas. O que importa, para quem pedala socraticamente, é o tempo que está fazendo agora. Sol? Dá para pegar os meninos na escola de bicicleta. Chuva? Eles que se danem.

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domingo, 18 de outubro de 2009

Não foi dessa vez. Mas valeu Rubinho!

Infelizmente não deu. Até que o Rubinho Barrichello tentou, no começo da corrida, garantir a primeira posição fazendo volta mais rápida em cima de volta mais rápida. Os acidentes que se sucederam no início da prova foram essencialmente importantes para que Button tivesse a possibilidade de ganhar várias posições e se tornar campeão do mundo em 2009 pela Brown.

O que prejudicou a corrida de Rubens Barrichello não foram propriamente os acidentes que fizeram Button sair da décima quarta posição para obter a nona posição nas primeiras voltas, mas sim, a primeira parada nos boxes que não devolveu o carro em boas condições em relação o que estava antes. O carro do piloto brasileiro perdeu totalmente o bom ritmo do início da corrida após a parada, o que atravancou o sonho de Rubens Barrichello em conquistar sua primeira vitória no Grande Prêmio do Brasil.

Para mim, o Rubinho sempre provou ser um excelente piloto, e que durante toda a sua carreira, sempre foi prejudicado pelo Dick Vigarista alemão, e se não fosse por isso, ele seria teria chance em algum momento de ser campeão do mundo.

Valeu Rubinho! Você merecia uma melhor sorte na corrida de hoje. O que vale mesmo é que você tentou de tudo para dar alegrias ao povo brasileiro nesse domingo.

Vale lembrar também que o Button mereceu ganhar a competição, principalmente pelo que fez no começo da temporada.

Aprovado Relatório Goldstone que protege o Terrorismo islâmico


A aprovação do relatório Goldstone, criado pelo Conselho de Direitos Humanos, ou melhor, Direitos dos Terroristas da ONU, é uma recompensa ao Terrorismo islâmico. O texto, aparentemente, acusa Israel e o Hamas, mas o relatório se dedica a fazer duras criticas as atitudes do exercito israelense, e faz vista grossa aos crimes do Hamas que usa a população palestina como escudo humano, além, é claro, dos atentados contra a população civil de Israel.


Dos 47 membros que participaram da votação para a aprovação do relatório no Conselho de Direitos Humanos da ONU, 25 contra, 6 contra e 11 abstenções ao texto. Pelo menos, é um significativo avanço, já que comparado a primeira votação no dia 12 de janeiro de 2009, sobre a missão Goldstone, houve 33 votos a favor, somente 1 contra e 11 abstenções.


Esse texto faz questão de ignorar os ataques do Hamas á população civil de Israel, que não tem outra saída senão revidar. O conselho de segurança da ONU é representado por sua maioria de pessoas anti-sionistas (A Diplomacia brasileira , por Exemplo!) que desejam o fim do Estado de Israel no Oriente Médio. Acreditar que essa instituição faça desse um relatório um instrumento de paz é pedir para ser enganado. Isso só vai servir para aumentar os ataques islâmicos na Região de Gaza, não é preciso nem lembrar, e é de conhecimento de todos, que essa instituição que condena o contragolpe do atual governo hondurenho, é a mesma que exalta a ditadura cubana, tendo como principal defensor do governo totalitário de Fidel Castro, o presidente da Assembléia Geral da ONU Miguel D’Escoto.


O que Israel deve fazer é cuspir nesse relatório e continuar com o direito de autodefesa para proteger a população desses terroristas islâmicos.

sábado, 17 de outubro de 2009

Chavismo na MTV


Quanto mais eu rezo mais idiotas úteis aparecem para defender ditaduras comunistas. Na cerimônia de entregas dos prêmios da MTV Latina nos Estados Unidos, o apresentador e cantor de Rap, que se intitula “Residence,” ofendeu duramente o presidente colombiano Uribe com expressões de baixo calão, e ainda teve a cara de pau de louvar a política ditatorial de Hugo Chávez.


É de uma irresponsabilidade sem tamanho da MTV em colocar um imbecil para apresentar a cerimônia e transformá-lo em palco para suas manifestações políticas. Esse rapper, que certamente se acha mais uma vítima da sociedade capitalista, deveria recolher-se à sua insignificância. Ele não tem nenhuma capacidade mental para analisar o que se passa na América Latina. É mais um daqueles idiotas úteis que contribuem para o cerceamento à imprensa nos países bolivarianos.


Um imbecil que critica as instalações de bases militares americanas na Colômbia, não é outra coisa senão amante das FARC.


O FORO E O CERCO DE HONDURAS


Por Ipojuca Pontes




Entre os dias 20 e 23 de agosto último os integrantes do Foro de São Paulo se reuniram na cidade do México para tramar – e agir - contra a democracia representativa em todo continente latino-americano. Segundo informa o site do PT (www.pt.org.br), estiveram presentes no encontro (o décimo quinto, desde que há dezenove anos foi criado em São Paulo por Fidel Castro e Lula da Silva) 520 delegados de 32 países da América Latina e do Caribe, além de outros 38 convidados, representando 63 partidos de esquerda e de facções de “forças populares e progressistas” – as massas de manobra e tropas de choque para “operações de rua”.


O leitor sabe, mas convém repisar: o Foro de São Paulo, mutatis mutantis, é a recriação da célebre OLAS – Organização Latino-Americana de Solidariedade – concebida por Salvador Allende durante o encontro da Tricontinental de Havana, realizado em janeiro de 1966, para, no dizer de Fidel Castro, “estender a luta revolucionária a todos os países da América Latina”. Foi justamente a partir das resoluções da Conferência da OLAS, transcorrida um ano mais tarde, em Cuba, que se desencadeou a “guerra revolucionária” em vários países do continente, com destaque no Brasil para a guerrilha empreendida por Carlos Marighella, a qual estava atrelado, entre outras vestais da esquerda, o apóstata “Frei” Betto - mais tarde feito “tutor ideológico” de Lula da Silva.


No histórico, a proposta de Fidel (e Che) para se implantar “Um Vietnã em cada país da América Latina” afunilou-se na luz escura do vazio: salvo nas selvas da Colômbia, a luta de guerrilha, ante a reação decisiva das forças militares, entrou pelo cano. Por sua vez, a queda do Muro de Berlim e a aparente derrocada da União Soviética determinaram dois acontecimentos funestos para a esquerda na AL, a saber: 1) Em Cuba, Fidel Castro terminou por perder a bolsa anual de US$ 6 bilhões paga por Moscou para manter-se no país-satélite próximo às barbas do Tio Sam - o que, em definitivo, intensificou o duro regime de fome na ilha-cárcere. 2) No Brasil, a fuga de Jango e, tempos depois, a derrota fragorosa de Lula para Collor de Mello, candidato comprometido com o avanço do liberalismo econômico e a democracia representativa, fez com que a furiosa frente ampla comunista entrasse em pânico.


Mas, verdade seja dita, só por pouco tempo: instalado o Foro de São Paulo em julho de 1990, em menos de dois anos as esquerdas se reorganizaram e, de forma clandestina, na mais completa ignorância da sociedade brasileira, tramaram com êxito a queda de Collor de Mello e suas (frágeis) aspirações liberais.


Mais ainda: com a ascensão de Lula ao cargo de presidente da República, a organização subversiva, agindo com a desenvoltura de máfia secular, em menos de duas décadas conseguiu instalar vários dos seus asseclas no comando de países da região, todos agindo em conluio surdo para fincar o monopólio comunista no poder político continental. Ainda que o projeto esteja em andamento, é façanha de fazer inveja ao próprio Komintern, a Internacional Comunista criada por Lenin para impor ao mundo a sua “Ditadura do Proletariado”.


Para que tal fenômeno se desse em tão pouco tempo, convém insistir, foi fundamental a ação clandestina do Foro no controle ideológico do aparelho estatal brasileiro. Com efeito, seja manobrando em causa própria os bastidores do poder público ou determinando a farta distribuição de recursos financeiros do governo entre organizações criminosas (ONGs, MST, Via Campesina e tutti quanti); seja aparelhando a máquina estatal com a militância útil (e inútil) ou corrompendo com cargos e propinas os partidos políticos; ou ainda articulando leis racistas e permissivas ou formulando política externa lesiva aos interesses nacionais e de fundo colonialista, ou mesmo inoculando o virus da ideologia comunista no ensino público, etc. etc. - a organização clandestina, composta por fanáticos das mais diversas latitudes, logo se impôs e está se alastrando pelo continente desguarnecido. A façanha foi tão bem-sucedida que o próprio Lula, na celebração dos 15 anos de existência do Foro (02/07/2005), em discurso jubiloso aos “companheiros” de empreitada, relembrou com riqueza de detalhes como tinha enganado o povo brasileiro e as forças democráticas da nação.


Ademais, na sua escalada para assumir o poder total, a trupe executiva do FSP bolou o instrumento perfeito para o domínio político do continente: o chamado “Golpe do Referendo Popular”, uma empulhação bem adequada ao que se proclama como prática usual na “democracia participativa”.


Em resumo, eis aqui como se processa o “golpe do referendo”: uma vez eleito presidente de um país democrático (em geral, com a ajuda da grana do narcotráfico, dos petrodólares de Chavéz e recursos logísticos dos governos aliados), o membro do Foro corrompe o legislativo e, após algum tempo, baixa decreto executivo estabelecendo consulta popular para a convocação de assembléia nacional constituinte a fim de deliberar sobre a criação de nova carta magna. Feito isto, o detentor do cargo presidencial anula o que resta de oposição, estabelece leis ditatoriais e encaminha “legalmente”, sem maiores dificuldades, o “Socialismo do Século XXI” de feição totalitária.


Uma jogada de mestre! De fato, o “Golpe do Referendo Popular” bolado nos intestinos do Foro de São Paulo vinha dando certo em vários países da AL até o advento da inesperada reação das instituições formais de Honduras, que se interpuseram sem temor às pretensões do então presidente Zelaya (também membro do Foro) de mudar as regras do jogo e permanecer ad infinitum no poder.


Sim, amigos. De forma mais que corajosa dentro de um espaço dominado pelo sanha expancionista do Foro, mas interpretando fielmente o espírito de uma constituição à prova de manobras continuístas, tanto o Poder Judiciário quanto o Congresso Nacional e as Forças Armadas hondurenhas, tendo a frente o sólido deputado Roberto Michelleti, estão resistindo tenazmente o cerco à democracia em vigência no pequeno país centro-americano, ao tempo em que desmascaram aos olhos de quem quiser ver o diabólico esquema de integração comunista na América Latina – um fenômeno raro, heróico e improvável num continente vivendo à sombra da ameaça totalitária!



Na Declaração Final do seu XV Encontro, ocorrido no México, dois destaques evidenciam o acosso sem limites que o FSP mantém sobre Honduras: no seu parágrafo nono, depois de denunciar a queda de Zelaya como intentona da direita “para deter o avanço das forças de esquerda”, se afirma: “O XV Encontro assumiu o compromisso de continuar apoiando a luta do povo hondurenho e de exigir a liberdade imediata de todos os presos políticos, a suspensão da repressão e a restituição imediata e incondicional do presidente Zelaya ao seu cargo”.


E no anexo do parágrafo décimo quinto do documento, menos explicito, o FSP aprova amplo plano de trabalho para 2010 e se compromete em: “Apoiar decididamente a esquerda hondurenha nos termos da resolução particular aprovada por este XV Encontro”.


Com respeito aos “termos da resolução particular” que o FSP prefere manter oculto para continuar agindo em surdina, não seria exagero mencionar, entre várias outras iniciativas, a pressão histérica que o Brasil exerce sobre a ONU e a OEA contra Honduras, o empréstimo do avião de Chavéz para que Zelaya retornasse à Tegucigalpa e a “materialização” do presidente deposto na hospitaleira Embaixada do Brasil, para não falar dos grossos recursos monetários repassados pelas FARCs (narcotráfico) para se manter na capital hondurenha milhares de milicianos da Venezuela, instruídos por Cuba, para, no momento oportuno, invadir o Congresso hondurenho e baixar o sarrafo.


Mas quem liga para semelhante tipo de agressão a país tão insignificante?


sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Escândalo no futebol do Maranhão

Alguém já imaginou uma equipe levar nove gols em aproximadamente nove minutos? Um jogo com quatro pênaltis marcados para uma só equipe? Tudo isso na mesma rodada? Se você nunca tinha visto essa história antes, saiba que isso aconteceu na segunda divisão do campeonato maranhense, e envolvia o tradicional Moto Club, que participava da competição no mesmo ano em que foi rebaixado, o Viana que estava na briga para ir à primeira divisão, o já classificado Santa Quércia, e a equipe Chapadinha que não tinha nenhuma chance de classificação à divisão principal do Maranhão.



Restava uma só vaga para o Moto Clube ou Viana. Os dois clubes estavam empatados em números de pontos, mas o Rubro Negro Maranhense tinha a vantagem de ter dois gols de saldo na competição. E foi nessas condições que as duas equipes chegaram à última rodada do certame, precisando ganhar os seus jogos e marcar o maior número de gols possíveis numa busca incessante pela tão sonhada vaga.



Indo direto ao assunto, o Viana batia a equipe do Chapadinha por 2 a 0 até os 39 minutos do segundo tempo, e no outro jogo, o Moto Club parecia garantir a vaga com uma vitória por 3 a 0 sobre o Santa Quércia só no primeiro tempo. E é aí que começa todo o embrolho. Nos nove minutos finais, o time do Viana, inesperadamente, marcou nove gols com a complacência dos jogadores de defesa do Chapadinha. E no jogo do Moto Club, o arbitro assinalou quatro pênaltis a favor do Rubro Negro Maranhense, ao mesmo tempo em que os gols eram marcados pela equipe do Viana no outro jogo, sendo que um deles, o cobrador do Moto Club teve a infelicidade de perdê-lo.

Os Resultados Finais da última rodada? Viana ganhou por 11 a 0, e o Moto Club por 5 a 1. No Momento, o Viana é a outra equipe classificada para a primeira divisão. As duas equipes não só tentavam de forma desesperada se classificar para primeira divisão do campeonato maranhense , como também promoveram um dos maiores escândalos do futebol brasileiro. A Federação do Estado já prometeu investigar o caso, para que isso não possa acontecer novamente no Maranhão.