segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Lula, o Ditador

O Lula deixou de ser, há muito tempo, o presidente do Brasil, para ser o principal cabo eleitoral da Dilma e, dos aliados do PT. O povo brasileiro o escolheu para ser presidente, mas, no entanto, no final do seu mandato, ele decidiu viajar nos quatro cantos do país, com o desejo extirpar os seus opositores, e fazer campanhas eleitorais para os seus companheiros. Um comportamento que não condiz com a de um estadista. Um presidente que se preze, tem que trabalhar do primeiro até o último dia a favor dos interesses do país, e não de interesses particulares como anda fazendo ultimamente.

Lendo o Blog Reinaldo Azevedo, pude ver, mais uma vez, o lado fascista do presidente Lula. Leia você mesmo:


Eu moro em Belém e, não vi o comentário de Lula na propaganda eleitoral destinado aos paulistas. É chocante ver um presidente acusar o candidato a governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, de “não ter a alma do povo brasileiro”. E mais! Em Santa Catarina, como muita gente sabe, ele pediu a extirpação do DEM no cenário político brasileiro; durante um comício em Joinville. Até onde vai parar esse autoritarismo? Ele deve pensar, obviamente, que a sua alta popularidade, lhe dá direito de usar e abusar da democracia. O Lula já está passando do estágio “vaidoso” para o estágio “autoritário”. Muito comum no Partido dos Trabalhadores.

O operário do ABC paulista dos anos 80/90, está deixando de ser, no final de seu mandato, aquele nordestino que chegou a São Paulo em um Pau-de-arara – Maquiado pela magia publicitária de Duda Mendonça. Não é possível, para um ditador como Lula, esconder todo o seu autoritarismo em oito anos de governo. Eis que, nos acréscimo, ele assume o seu lado fascista de ser.

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