terça-feira, 20 de abril de 2010

Chávez agride uma Colômbia entorpecida


Por Cel. Luis Alberto Villamarín Pulido

A ruidosa apresentação das milícias chavistas denominadas "guerrilheiros comunicacionais", com a mensagem implícita de atacar a Colômbia para supostamente se defender de uma imaginária agressão colombo-estadunidense contra o socialismo do século XXI, é o mais recente episódio da extensa cadeia de agressões urdidas pela ditadura cubana por meio de seu lacaio Hugo Chávez, com o objetivo de concretizar no mais apetecido país latino-americano, o obsessivo projeto totalitário do comunismo terrorista sobre todo o continente. A este ato agressivo somam-se o seqüestro e assassinato de alguns camponeses colombianos por ordem do governo de Chávez; o seqüestro, tortura e cruel homicídio de um capitão e um sub-oficial do Exército colombiano; o seqüestro e encarceramento de vários colombianos "acusados" de ser espiões; sobrevôos de helicópteros militares venezuelanos sobre território colombiano; fechamento unilateral do comércio da Colômbia para a Venezuela; frases desrespeitosas à Colômbia e ao presidente Uribe; farsas diplomáticas com denúncias mentirosas contra a Colômbia; comprovada relação e apoio financeiro de Chávez às FARC, confirmado nos computadores de Raúl Reyes, etc., etc. 

Os estudos estratégicos das guerras demonstram que os ataques de surpresa não o são tanto quanto se acredita, senão que são a concretização de uma série sistemática de agressões e incidentes provocados de maneira intencional, por quem aduz ser o ofendido, matéria na qual os comunistas e em geral os caudilhos totalitaristas são experts.

A extensa lista de agressões chavistas contra a Colômbia, enunciadas nos parágrafos anteriores, corroboram a tese. Em sua condição de comunista confesso e obsessivo, Chávez não só está em guerra contra a Colômbia, como com suas forças militares de algibeira planeja um ataque contra o país e, para tal, mascara sua intenção com o argumento de que a Venezuela é o país agredido, manipulação dialética que reforça com a mentira de que a presença militar norte-americana em sete bases militares colombianas, é a cabeça de praia para um ataque contra seu país.

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