quarta-feira, 28 de outubro de 2009

O velho discurso do embargo econômico



Em vez de acusar o governo cubano de violação aos Direitos Humanos e às liberdades fundamentais, a ONU está mais preocupada em encontrar desculpas para o fracasso do Regime Castrista. Nessa semana, a Assembléia Geral das Nações Unidas, que é presidido pelo castrista Miguel D’Escoto, aprovou uma resolução que pede aos Estados Unidos a retirada do embargo econômico sobre Cuba.

É incrível como a ONU prefere dar prioridade a um assunto irrelevante que serve de teoria para os fracassos econômicos sucessivos do regime mais duradouro do planeta. Enquanto isso, o povo cubano está amordaçado, e o governo totalitário de Fidel Castro só faz apertar ainda mais as mordaças sobre as bocas dos cubanos. Já não é possível esconder todos os crimes do Comandante Comunista, e cabe a ONU, com a representação de um esgoto (Miguel D'Escoto), não dar a mínima atenção as barbaridades que atingem a população na ilha da prisão, e por esse motivo, eles insistem no discurso estúpido de que o embargo econômico é a causa de todos os males, sendo que a verdadeira causa pela falta de êxito na gestão do país, é do próprio ditador Fidel Castro.

O mais impressionante foi o discurso do Ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez, que qualificou o embargo econômico como sendo um “ato de genocídio”. Para começo de conversa, nada melhor que Fidel Castro para entender de genocídio. O Regime Castrista matou mais de 120.000 cubanos. Será que o embargo econômico é mais genocida que Fidel Castro? Tá de brincadeira não é? Outra pergunta! Será que o governo cubano deseja ter relações comerciais com um país que é o maior representante do capitalismo? O socialismo não é capaz de se sustentar com as próprias pernas? Pois é, a esquerda adora cair em contradições.

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