quinta-feira, 8 de outubro de 2009

A morte da OEA


Agora é definitivo, é só abrir um buraco e enterrar a OEA de vez, uma instituição que não serve nem para dialogar com os amigos da sinuca, não foi capaz de resolver os impasses políticos em Honduras, até porque os interesses dos representantes da OEA eram a volta de Zelaya à presidência, a interrupção das eleições hondurenhas e a reinstalação do bolivarianismo na região. Se for para continuar com essa política de intromissão nas decisões do atual governo hondurenho, é melhor fechar a matraca e deixar que Honduras revolva internamente os seus próprios problemas. Em pensar tudo isso começou com da péssima atitude da diplomacia brasileira em receber um tirano bolivariano para promover um banho de sangue.


O presidente interino, Roberto Micheletti, se mostrou disposto a trabalhar contra a criação de um estado totalitário em Honduras, e não permitiu de forma alguma que Zelaya pudesse voltar ao poder, os representantes da OEA não tiveram outra alternativa senão colocar seus rabinhos entre as patas e deixar de avançar nas negociações.


O golpista Zelaya não ficou satisfeito com o resultado das negociações, e criticou a fraca atuação da OEA em recolocá-lo na presidência de Honduras.


Está claro nesse episódio que todas as instituições bolivarianas não estão dando conta de bater num pobre país que aos poucos tenta restabelecer a democracia na região, é impressionante o espírito de luta do governo interino para combater o comunismo que quer se instalar através da falsa democracia em toda a América Latina. Honduras fez o favor de emitir a certidão de óbito da OEA. Para a alegria dos verdadeiros defensores da democracia, e para a tristeza dos fascistas bolivarianos.


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