segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Desculpas esfarrapadas do chefão do MST


Os líderes do MST, que contam com os apoios insanos da Pastoral da Terra e do PT, estão se tornando cada vez mais arrogantes quando tentam explicar o inexplicável, e também, quando tentam minimizar seus atos de agressões contra o progresso do esforço humano. Essas pessoas nunca se esforçaram para cultivar um estilo de vida íntegro e honesto, e sempre se sustentam com o dinheiro vindo dos impostos que os brasileiros pagam com muito suor, e por esse motivo, eles descontam todas as suas frustrações nos ditos “burgueses” capitalistas.


Em entrevista à Folha de São Paulo, o chefão do MST, Pedro Stedile, procurou minimizar a derrubada de mais de 12 mil pés de laranjas, dizendo a repórter, que cerca de 98% da produção de laranja seria destinada à exportação, e não iria para a mesa dos pobres brasileiros. Veja que bonitinho, o chefão da quadrilha logo apela para o lado sentimental da coisa, tudo isso para justificar o vandalismo de seus amiguinhos criminosos. É justificável, então, o quebra-quebra na fazenda; o prejuízo que eles causaram; a ameaça aos trabalhadores; a destruição do patrimônio empresarial; as casas de colonos depredadas e pichadas; os furtos de equipamentos, roupas, móveis e defensivos agrícolas e outras coisitas mais.


O prejuízo chegou a R$ 3 milhões, evidentemente, que o chefão do MST não se preocupou com os empregos dos colonos que lá trabalham, mesmo porque, eles não fazem parte desse movimento criminoso. Será que ele teve esse sentimento de carinho, vá lá, nem digo para com os empresários, já que ele os odeia, mas para com os colonos da fazenda? Antes de vir com esse papo sentimental, é melhor refletir um pouco e parar com esse vandalismo vermelho. É , eu sei, é esperar muita coisa desses criminosos.


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