sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Barack Hussein recebe o Prêmio Nobel da Paz


Vários fatores são levados em consideração para que a comissão julgadora possa escolher o seu representante da paz, inclusive fazendo nada por ela. Até agora não teve nada que justificasse a escolha de Barack Hussein como embaixador da paz no ano de 2009, seus discursos são puramente teatrais, e que nada contribuem verdadeiramente para a reaproximação pacífica entre nações. Ele é mais um daqueles líderes de fechada que o mundo adotou como salvador da pátria.


Como se diz por aí, dos males o menos. A interlocutora e amiga das FARC, Piedade Córdoba, senadora colombiana, era a principal favorita para o dito Prêmio Nobel da paz. Em pensar que até Hitler foi um dos candidatos a representante da paz desse evento bizarro, não seria estranho se uma defensora de uma guerrilha armada pudesse ser laureada pelo Prêmio Nobel.


Afinal, o que levou a comissão do Prêmio Nobel a tomar essa decisão? Seria para esquecer a derrota humilhante do coringa socialista na escolha da sede dos Jogos Olímpicos em 2016? Seria somente para aumentar o status de mito do presidente americano? Eu tento buscar explicações para a escolha de Barack Hussein. Que eu saiba, ele não fez rigorosamente nada para merecer esse tal prêmio, que não fede e nem cheira, mas que carrega o nome “paz”.


O Prêmio Stalin da paz seria mais adequado ao presidente Barack Hussein, já que ele condena a democracia hondurenha e elogia a ditadura iraniana, inclusive, “o cara” senta na mesma mesa de negociação com radicais islâmicos.

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