domingo, 18 de outubro de 2009

Aprovado Relatório Goldstone que protege o Terrorismo islâmico


A aprovação do relatório Goldstone, criado pelo Conselho de Direitos Humanos, ou melhor, Direitos dos Terroristas da ONU, é uma recompensa ao Terrorismo islâmico. O texto, aparentemente, acusa Israel e o Hamas, mas o relatório se dedica a fazer duras criticas as atitudes do exercito israelense, e faz vista grossa aos crimes do Hamas que usa a população palestina como escudo humano, além, é claro, dos atentados contra a população civil de Israel.


Dos 47 membros que participaram da votação para a aprovação do relatório no Conselho de Direitos Humanos da ONU, 25 contra, 6 contra e 11 abstenções ao texto. Pelo menos, é um significativo avanço, já que comparado a primeira votação no dia 12 de janeiro de 2009, sobre a missão Goldstone, houve 33 votos a favor, somente 1 contra e 11 abstenções.


Esse texto faz questão de ignorar os ataques do Hamas á população civil de Israel, que não tem outra saída senão revidar. O conselho de segurança da ONU é representado por sua maioria de pessoas anti-sionistas (A Diplomacia brasileira , por Exemplo!) que desejam o fim do Estado de Israel no Oriente Médio. Acreditar que essa instituição faça desse um relatório um instrumento de paz é pedir para ser enganado. Isso só vai servir para aumentar os ataques islâmicos na Região de Gaza, não é preciso nem lembrar, e é de conhecimento de todos, que essa instituição que condena o contragolpe do atual governo hondurenho, é a mesma que exalta a ditadura cubana, tendo como principal defensor do governo totalitário de Fidel Castro, o presidente da Assembléia Geral da ONU Miguel D’Escoto.


O que Israel deve fazer é cuspir nesse relatório e continuar com o direito de autodefesa para proteger a população desses terroristas islâmicos.

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