segunda-feira, 21 de setembro de 2009

O suicídio anunciado

Por Heitor De Paola


Ontem, o atual morador da Casa Branca, Barack Hussein, o Obaminável, destruiu a rede de defesa antimíssil que seria instalada na Polônia (mísseis interceptadores) e na República Tcheca (radares de alerta antecipado). Num discurso cheio de floreios e uma obra prima de desfaçatez, anunciou "uma nova arquitetura" de defesa para o território americano. Rendeu-se às ameaças de Putin e fez ouvidos moucos aos tradicionais aliados na Europa do Leste que conhecem muito bem os russos. Quem primeiro deu o alarme foi o Primeiro Ministro Tcheco, pois sabe que deixar as mãos do KGB livres significará em pouco tempo a "nova arquitetura" da velha Cortina de Ferro.

Barack Hussein anunciou que o novo inimigo passa a ser o Irã e, dizem alguns comentaristas provavelmente contratados pela Casa Branca ou idiotas úteis, procura conquistar o apoio de Putin contra Ahmadinejad. Será que não estão vendo que ambos são aliados no cerco sul aos EUA através do Foro de São Paulo? Chávez vai às compras em Moscou e às vendas (de material físsil) em Teerã sendo bem sucedido em ambos e alguém acredita que, se até os jornalistas de esquerda falam disto, a Casa Branca nem desconfia? E será que ninguém desconfia que Barack foi eleito exatamente para completar o suicídio da águia, que venho anunciando há anos através dos artigos com este título no site Mídia Sem Máscara?

O Obaminável é o "Manchurian Candidate": o robô do "shadow party" e da rede de organizações da elite de esquerda americana que, fundada e comandada por George Soros, vem tentando tomar de assalto a Casa Branca para levar a cabo a destruição final dos EUA. Esta rede inclui, entre outras, o Open Society Institute, o Center for American Progress Democrats, a Apollo Alliance, a ACORN, a MoveOn.org. A Apollo Alliance conta entre seus quadros com Van Jones, o nomeado "Green Jobs" Czar, comunista confesso e ex-integrante da STORM (Stand Together to Organize a Revolutionary Movement).

Soros e seus associados vão assim completando a tarefa que se impuseram quando Soros disse que os Estados Unidos da América constituíam o pior mal da humanidade. Vai conseguir extirpar o mal através de seu marionete instalado na Casa Branca.

A tática para atacar quem se opõe ao Obaminável é primária e rasteira: racismo, como os milhões de manifestantes em Washington D.C. foram chamados por Carter. Esta oposição, lá como fora, tem a ver com cor sim, não a externa, negra, mas com a interna, vermelha. Um dos maiores oposicionistas é o ex-candidato a Presidente Alan Keyes, também negro.

Quem se opõe a Soros também é chamado de anti-semita porque a maioria desconhece a verdadeira identidade e história horripilante deste gajo. Seu nome verdadeiro é György Schwartz. Quando em 1944 Eichman chegou à Hungria para apressar a "solução final" do problema judaico, o pai de György, Tivadar, conseguiu documentos falsos para todos os filhos e os distribuiu entre famílias cristãs de Budapest. György, então com 14 anos, foi para a casa de um homem cujo trabalho era confiscar as propriedades dos judeus e György o acompanhava e adorava a tarefa. Naquele ano 70% dos judeus húngaros, aproximadamente 1 milhão, foram exterminados. Para ele foi "o melhor ano de sua vida".

E esta bondosa criatura está com os olhos voltados para o Brasil. Desde FHC tem uma enorme influência sobre a economia brasileira através de seu ex-funcionário (?) Armínio Fraga que se associou recentemente, através de sua firma de gestão econômica Gávea, a David Neeleman e Julio Bozano para fundar a companhia aérea AZUL. Além disto, pouco antes de Barack mandar milhões de dólares para a PETROSSAURO, György comprou uma grande fatia da empresa. Inside information? Who knows?

Ontem nosso Abominável brasileiro mandou abrir o capital do Banco do Brasil até 20%. Terá o dedo de György, que comprará uma grande parte? Devemos ficar atentos. Se for verdade, brasileiros apertem o cinto: o piloto ASSUMIU!



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