segunda-feira, 14 de setembro de 2009

ESTATISMO: A FONTE DA MISÉRIA HUMANA

Por Aluizio Amorim

Blog do Aluizio Amorim


Em post mais abaixo vocês podem ver o farto material fotográfico do mega-protesto contra Obama ocorrido no último sábado. E o que levou tanta gente às ruas de Washington num sábado ensolarado?


Dentre os motivos, além do plano de saúde que Obama tenta enfiar goela abaixo da Nação sem dizer exatamente quanto isto custará aos cidadãos em tributos, os americanos foram às ruas para protestar contra o avanço da estatização que representam as ações do governo obamista.


Nos Estados Unidos milhares de pessoas sacrificaram o seu sábado para pedir menos intromissão do Estado na economia e na vida das pessoas! Isto chega soar estranho aqui, não?


Enquanto isso, no Brasil, Lula e seus sequazes retrocedem no tempo e desatam uma campanha estatizante. O povo aqui praticamente não sai às ruas, a não ser no carnaval. Quem sai são os bate-paus do PT e da CUT para defender mais estatização com a finalidade precipua e única de manter as suas sinecuras.


Nos Estados Unidos o amálgama que dá consistência ao tecido social está assentado numa profunda desconfiança no Estado; no Brasil, se dá exatamente o contrário. O povo inteiro permanece ao redor do paizão Estado fato que dá suporte a qualquer aventureiro populista que esteja no comando da Nação.


Com base na repulsa ao gigantismo estatal o povo americano deu vida a maior democracia do Ocidente e a mais poderosa economia do planeta.


No Brasil, a veneração da entidade estatal resultou nisso que todos nós conhecemos e que eu denomino de lixo ocidental.


Agora mesmo a bordo do tal pré-sal, Lula e seus petralhas partem para um inaudito aprofundamento da intervenção do Estado na economia, avançando sobre áreas como a mineração, eletricidade, fertilizantes, crédito bancário e transportes. Isto sem falar no apoio financeiro que o governo petista fornece através de ONGs, verdadeiras lavanderias de dinheiro público, aos arruaceiros do MST que invadem propriedades privadas e depredam plantações e áreas de reflorestamento.


Aí, eu pergunto simplesmente e também respondo: qual a contribuição do Brasil para o desenvolvimento mundial? Zero!


Somos dependentes totais em termos de ciência e tecnologia dos Estados Unidos, como também é praticamente todo o resto do mundo, com algumas ilhas de excelência que se podem contar nos dedos e ainda assim replicantes, apenas, daquilo que se cria nos laboratórios e centros de pesquisa do gigante do Norte.


Quando chegar a campanha eleitoral no ano que vem lá estarão no palanque, (aqui no Brasil, é óbvio), esses comunistas extemporâneos, mentirosos e oportunistas a açular a luta de classes tentando fazer crer à Nação que o Estado é a salvação de todos, quando os fatos estão a provar completamente o contrário.


Em todos os lugares e em todos os tempos o gigantismo estatal sempre foi a fonte da miséria humana.


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